<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
		<link>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1.htm</link>
		<description>Seu primeiro blog</description>
		<lastBuildDate>Fri, 19 Mar 2010 02:19:58 GMT</lastBuildDate>
		<ttl>10</ttl>
		<image>
			<title>Primeiro blog : Primeiro blog</title>
			<url></url>
			<link>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1.htm</link>
		</image>
	<item>
		<title>Novo testamento</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T20:24:16Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;Bíblia - Novo Testamento &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O Cristianismo, nas suas etapas iniciais, considerou o &lt;br /&gt;Antigo Testamento como a sua única Bíblia. Jesus, como os seus discípulos e &lt;br /&gt;apóstolos e o resto do povo judeu, citou-o como &amp;quot;as Escrituras&amp;quot;, &amp;quot;a Lei&amp;quot; ou &lt;br /&gt;&amp;quot;a Lei e os Profetas&amp;quot; (cf. Mc 12.24 Mt 12.5 Lc 16.16). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, a Igreja, tendo entendido que em Cristo &amp;quot;as coisas &lt;br /&gt;antigas já passaram eis que se fizeram novas&amp;quot; (2Co 5.17), produziu muitos &lt;br /&gt;escritos acerca da vida e da obra do Senhor, estabeleceu e transmitiu a sua &lt;br /&gt;doutrina e estendeu a mensagem evangélica a regiões cada vez mais distantes &lt;br /&gt;da Palestina. Dentre esses escritos foi-se destacando aos poucos um grupo de &lt;br /&gt;vinte e sete, que pelos fins do séc. II começou a ser conhecido como Novo &lt;br /&gt;Testamento. Eram textos redigidos na língua grega, desiguais tanto em &lt;br /&gt;extensão como em natureza e gênero literário. Todos, porém, foram &lt;br /&gt;considerados com especial reverência como procedentes dos apóstolos de Jesus &lt;br /&gt;ou de pessoas muito próximas a eles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso cada vez mais freqüente que os crentes faziam daqueles vinte e sete &lt;br /&gt;escritos (convencionalmente chamados &amp;quot;livros&amp;quot;) conduziu a uma geral &lt;br /&gt;aceitação da sua autoridade. A fé descobriu, sem demora, nas suas páginas a &lt;br /&gt;inspiração do Espírito Santo e o testemunho fidedigno de que em Jesus &lt;br /&gt;Cristo, o Filho de Deus, cumpriam-se as antigas profecias e se convertiam em &lt;br /&gt;realidade as esperanças messiânicas do povo de Israel. Conseqüentemente, a &lt;br /&gt;Igreja entendeu que os escritos hebraicos, que chamou de Antigo Testamento, &lt;br /&gt;requeriam uma segunda parte que viesse a documentar o cumprimento das &lt;br /&gt;promessas de Deus. E, enfim, após um longo processo e já bem avançado no &lt;br /&gt;séc. V, ficou oficialmente reconhecido o cânon geral da Bíblia como a soma &lt;br /&gt;de ambos os Testamentos. Divisão do Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o séc. V, o índice do Novo Testamento agrupa os livros da seguinte &lt;br /&gt;maneira: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Evangelhos&lt;/strong&gt; (4): &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a). Sinóticos (3): Mateus, Marcos e Lucas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b). João &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;strong&gt;Atos dos Apóstolos&lt;/strong&gt; (1) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;Epístolas&lt;/strong&gt; (21):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Paulinas (13): Romanos, 1Coríntios, 2Coríntios, Gálatas, Efésios, &lt;br /&gt;Filipenses, Colossenses, 1Tessalonicenses, 2Tessalonicenses, 1Timóteo, &lt;br /&gt;2Timóteo, Tito e Filemom. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Epístola aos Hebreus (1)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Universais (7): Tiago, 1Pedro,2Pedro, 1João, 2João, 3João e Judas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;Apocalipse&lt;/strong&gt; (1) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa catalogação dos livros do Novo Testamento não corresponde à ordem &lt;br /&gt;cronológica da sua redação ou publicação é, antes, um agrupamento temático e &lt;br /&gt;por autores. Talvez, deve-se ver nesse agrupamento o propósito de apresentar &lt;br /&gt;a revelação de Deus e o anúncio do seu reino eterno a partir da boa nova da &lt;br /&gt;encarnação (Evangelhos) até a boa nova do retorno glorioso de Cristo no fim &lt;br /&gt;dos tempos (Apocalipse), passando pela história intermediária da vida e da &lt;br /&gt;incumbência apostólica da Igreja (Epístolas). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A transmissão do texto&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É realmente extraordinário o número de manuscritos do Novo Testamento que &lt;br /&gt;chegou a nós depois de tantos séculos desde que foram escritos. Ao todo, são &lt;br /&gt;mais de 5.000. Alguns são apenas pequenos fragmentos, tão deteriorados pelo &lt;br /&gt;tempo e pelas más condições ambientais, que a sua utilidade é praticamente &lt;br /&gt;nula. Mas são muito mais numerosos os manuscritos que, no todo ou em parte, &lt;br /&gt;se conservaram num estado suficientemente satisfatório para transmitir até o &lt;br /&gt;presente a sua mensagem e testificar assim a fidelidade dos cristãos que os &lt;br /&gt;escreveram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, os manuscritos que conhecemos não são autógrafos, isto é, &lt;br /&gt;nenhum provém da mão do próprio autor. Todos, sem exceção, são cópias de &lt;br /&gt;cópias dos textos originais gregos ou de traduções para outros idiomas. &lt;br /&gt;Copistas especializados pacientemente consagrados a esse labor de muitos &lt;br /&gt;anos de duração, os produziram nos lugares mais diversos e no decorrer de &lt;br /&gt;séculos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cópias mais antigas até agora conhecidas são papiros que datam do séc. &lt;br /&gt;III, procedentes do Egito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papiro é uma planta abundantemente encontrada às margens do Nilo. Da sua &lt;br /&gt;haste, cortada e prensada, preparavam-se tiras retangulares, que se uniam &lt;br /&gt;formando folhas de uns 30 centímetros de largura e vários metros de &lt;br /&gt;comprimento. Uma vez escritas, enrolavam-se as folhas com o texto para &lt;br /&gt;dentro, atando-as com fios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os rolos de papiro eram de fácil fabricação, mas o seu manejo era incômodo. &lt;br /&gt;Ademais, tanto a umidade como o calor seco danificavam o material e impediam &lt;br /&gt;a sua prolongada duração. Por isso, em substituição ao papiro, entre os &lt;br /&gt;séculos II e V, se difundiu o uso de pergaminho, que era uma folha de pele &lt;br /&gt;de ovelha ou cordeiro especialmente curtida para poder-se escrever nela. &lt;br /&gt;Esse novo material, bastante mais custoso que o anterior, porém muito &lt;br /&gt;resistente e duradouro, permitiu, primeiro, a preparação de cadernos e, &lt;br /&gt;depois, o de códices, isto é, livros na forma em que os conhecemos &lt;br /&gt;atualmente. Entre os diversos códices da Bíblia descobertos até o dia de &lt;br /&gt;hoje, os mais antigos e, simultaneamente, mais completos são os chamados &lt;br /&gt;Sinaítico e Vaticano, ambos datados do séc. IV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palestina romana &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus nasceu em fins do reinado de Herodes, o Grande (47 a 4 a.C.) Homem &lt;br /&gt;cruel (cf. Mt 2.1-16) e, sem dúvida, inteligente, distinguiu-se pela grande &lt;br /&gt;quantidade de terras e cidades que conquistou e pelas numerosas e colossais &lt;br /&gt;construções com que as dotou. Entre estas, o templo de Jerusalém, do qual &lt;br /&gt;apenas se conservaram uns poucos restos pertencentes à muralha ocidental (o &lt;br /&gt;Muro das Lamentações). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a morte de Herodes (Mt 2.15-19), o seu reino foi dividido entre os seus &lt;br /&gt;filhos Arquelau, Herodes Antipas e Filipe. Arquelau (Mt 2.22), etnarca da &lt;br /&gt;Judéia e Samaria, foi deposto pelo imperador Augusto no ano 6 d.C. A partir &lt;br /&gt;de então, o governo esteve em mãos de procuradores romanos, entre eles &lt;br /&gt;Pôncio Pilatos, que manteve o cargo desde o ano 26 até 36. Herodes Antipas &lt;br /&gt;(Lc 3.1) foi tetrarca da Galiléia e Peréia até o ano 39 e Filipe (Lc 3.1), &lt;br /&gt;até 34 o foi da Ituréia, Traconites e outras regiões orientais do Norte (Ver &lt;br /&gt;a Cronologia Bíblica). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano 37, o imperador Calígula nomeou rei a Herodes Agripa e o colocou &lt;br /&gt;sobre a tetrarquia de Filipe, à qual logo acrescentou a de Herodes Antipas. &lt;br /&gt;Com a morte de Calígula (assassinado no ano 41), o seu sucessor, Cláudio, &lt;br /&gt;ampliou ainda mais os territórios de Agripa com a anexação da Judéia e &lt;br /&gt;Samaria. Desse modo, Agripa reinou até a sua morte (44 d.C.), praticamente &lt;br /&gt;sobre toda a Palestina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antipas foi aquele que mandou prender e matar a João Batista (Mc 6.16-29) e &lt;br /&gt;Herodes Agripa foi quem perseguiu a igreja de Jerusalém e mandou matar a &lt;br /&gt;Tiago e prender a Pedro (At 12.1-19). O Novo Testamento fala também de outro &lt;br /&gt;Herodes Agripa, filho do anterior: o rei que, acompanhado da sua irmã e &lt;br /&gt;mulher Berenice, escutou o discurso pronunciado por Paulo em sua própria &lt;br /&gt;defesa, em Cesaréia (At 25.13-26.32). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por detrás de todos esses personagens se manteve, sempre vigilante, o poder &lt;br /&gt;romano. Roma era quem empossava ou demitia governantes nos países submetidos &lt;br /&gt;ao seu domínio, conforme lhe convinha. Durante a vida de Jesus e até à &lt;br /&gt;destruição de Jerusalém no ano 70, sucederam-se em Roma sete imperadores (ou &lt;br /&gt;césares). Três deles são mencionados no Novo Testamento: Augusto (Lc 2.1), &lt;br /&gt;Tibério (Lc 3.1) e Cláudio (At 11.28 18.2). E há um quarto, Nero, cujo nome &lt;br /&gt;não é mencionado, a quem Paulo faz tácita referência ao apelar ao tribunal &lt;br /&gt;de César (At 25.10-12 28.19). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina fazia parte do Império Romano desde o ano 63 a.C. Essa &lt;br /&gt;circunstância significara a perda definitiva da sua independência nacional. &lt;br /&gt;Dois longos séculos de agitação política a tinham levado a um estado de &lt;br /&gt;irreparável prostração moral, de que Roma, pela mão do general Pompeu, &lt;br /&gt;aproveitou-se apoderando-se do país e integrando-o na província da Síria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de manter a paz e a tranqüilidade nos seus territórios, Roma atuava &lt;br /&gt;geralmente com muita cautela, sem pressionar excessivamente a população &lt;br /&gt;submetida e sem forçá-la a mudar os seus próprios modelos da sociedade, nem &lt;br /&gt;os seus costumes, cultos e crenças religiosas. Inclusive, às vezes, a fim de &lt;br /&gt;pôr uma nota de tolerância e boa vontade, consentia a existência de certos &lt;br /&gt;governos nacionais, como os de Herodes, o Grande, e dos seus sucessores &lt;br /&gt;dinásticos. O que Roma nunca permitiu foi a agitação política e muito menos &lt;br /&gt;a rebelião aberta dentro das suas fronteiras. Quando isso ocorria, o &lt;br /&gt;exército se encarregava de restabelecer a ordem, atuando com presteza e com &lt;br /&gt;o máximo rigor. Foi isso que aconteceu no ano 70 d.C., quando Tito, filho do &lt;br /&gt;imperador Vespasiano, arrasou Jerusalém e provocou a &amp;quot;diáspora&amp;quot; (ou &lt;br /&gt;dispersão) de grande parte da população, a fim de acabar de uma vez por &lt;br /&gt;todas com as revoltas judaicas iniciadas uns quatro anos antes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Configuração física da Palestina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jordão é o rio da Palestina. Nasce no monte Hermom e percorre o país de &lt;br /&gt;norte a sul, dividindo-o em dois: a Cisjordânia, ou lado ocidental, e a &lt;br /&gt;Transjordânia, ou lado oriental. Depois de atravessar o mar da Galiléia, &lt;br /&gt;corre serpenteante ao longo de uma depressão geológica cada vez mais &lt;br /&gt;profunda, até desembocar no mar Morto, a uns 110 km do lugar do seu &lt;br /&gt;nascimento e a quase 400 m abaixo do nível do Mediterrâneo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mar Morto, de quase 1000 km² de superfície, deve o seu nome ao fato de que &lt;br /&gt;a alta proporção de sal e outros elementos dissolvidos nas suas águas fazem &lt;br /&gt;nelas impossível a vida de peixes e de plantas. Ao contrário, o mar (ou o &lt;br /&gt;lago) da Galiléia, também chamado de lago de Genesaré ou de Tiberíades (cf., &lt;br /&gt;p. ex., Mt 4.18 14.34 e Jo 6.1), de 145 km² de superfície e situado &lt;br /&gt;igualmente em uma profunda depressão (212 m abaixo do nível do &lt;br /&gt;Mediterrâneo), é uma grande represa natural de água doce em que abundam os &lt;br /&gt;peixes (cf. Lc 5.4-7 Jo 21.6-11). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina é uma terra de montanhas. Na época do Novo Testamento, quase &lt;br /&gt;todas as suas cidades estavam situadas em algum ponto da cordilheira que &lt;br /&gt;desce, desde os maciços do Líbano (3.083 m) e do Hermom (2.760 m) até os &lt;br /&gt;limites meridionais do país na região desértica do Neguebe. Essa cadeia só &lt;br /&gt;se vê cortada pela planície de Jezreel (Js 17.16), que penetra nela, &lt;br /&gt;deixando ao norte os montes da Galiléia e ao sul os desvios das montanhas de &lt;br /&gt;Samaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns nomes do sistema orográfico da Palestina se conhecem pela menção que &lt;br /&gt;deles fazem os relatos bíblicos. No lado oriental do Jordão, p. ex., &lt;br /&gt;encontra-se o monte Nebo, de 1.146 m de altura e, no lado ocidental, o &lt;br /&gt;Carmelo (552 m), o Gerizim (868 m), o monte das Oliveiras (uns 800 m) e o &lt;br /&gt;Tabor (562 m). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina achava-se limitada pelos desertos da Arábia e da Síria ao leste &lt;br /&gt;e, a oeste, pelo mar Mediterrâneo, separado das montanhas pelas terras &lt;br /&gt;baixas que começam na fértil planície de Sarom (cf. Ct 2.1 Is 35.2), junto &lt;br /&gt;ao monte Carmelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Populações da Palestina &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Evangelhos e Atos dos Apóstolos mencionam um bom número de cidades, vilas &lt;br /&gt;e aldeias espalhadas pelo país, especialmente a oeste do Jordão e do mar &lt;br /&gt;Morto. Na região da Galiléia se encontravam, às margens do lago de Genesaré, &lt;br /&gt;Cafarnaum, Corazim e Magdala e, mais ao interior, Caná, Nazaré e Naim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região da Judéia, a quase 1.150 m acima do nível do mar Morto, eleva-se &lt;br /&gt;Jerusalém. Perto dela, ao sul, Belém a leste, sobre o monte das Oliveiras, &lt;br /&gt;Betânia e Betfagé e, a oeste, Emaús, mais longe, Lida e, por último, o porto &lt;br /&gt;de Jope. A partir daqui, descendo pelo litoral, Azoto e Gaza. O Novo &lt;br /&gt;Testamento menciona também algumas cidades e vilas palestinas que não &lt;br /&gt;pertenciam à Judéia ou Galiléia: Cesaréia de Filipe, na Ituréia Sarepta, &lt;br /&gt;Tiro e Sidom, no litoral da Fenícia Siquém, em Samaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sociedade e cultura no mundo judaico &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relatos dos evangelistas oferecem uma espécie de retrato da forma de vida &lt;br /&gt;dos judeus de então. As parábolas de Jesus e as ocorrências nos percursos &lt;br /&gt;que fez pela Palestina destacam a importância que, naquela sociedade, &lt;br /&gt;representavam os trabalhos do campo. A semeadura e a colheita de cereais, o &lt;br /&gt;plantio de vinhas e a colheita de uvas, a produção hortícola e as &lt;br /&gt;referências à oliveira, à figueira e a outras árvores são dados reveladores &lt;br /&gt;de uma cultura basicamente agrária, completada com a criação de rebanhos de &lt;br /&gt;ovelhas e cordeiros, de animais de carga e, inclusive, de manadas de porcos. &lt;br /&gt;Por outro lado, a pesca ocupava um lugar importante na atividade dos &lt;br /&gt;moradores que viviam nas aldeias costeiras do mar da Galiléia. Junto a essas &lt;br /&gt;profissões exerciam-se também outras de índole artesanal. Ali se encontravam &lt;br /&gt;perfumistas, tecelões, curtidores, carpinteiros (cf. Mc 6.3), oleiros e &lt;br /&gt;fabricantes de tendas de campanha (cf. At 18.3) e, certamente, também &lt;br /&gt;servidores domésticos, comerciantes, banqueiros e cobradores de impostos &lt;br /&gt;(ver Publicanos na Concordância Temática). Nos degraus mais baixos da escala &lt;br /&gt;sócio-econômica estavam os peões contratados ao salário do dia, os escravos &lt;br /&gt;(cf. Êx 21.1-11), as prostitutas e um número considerável de pessoas que &lt;br /&gt;sobreviviam com a prática da mendicância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Religião e política&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religião e a política caminham juntas no mundo judaico. Eram dois &lt;br /&gt;componentes de uma só realidade, expressa no sentimento nacionalista que &lt;br /&gt;brotava da mesma fonte, a fé no Deus de Abraão, Isaque e Jacó. A história do &lt;br /&gt;povo de Israel é a história da sua fé em Deus e a sua fé é a fé em que Deus &lt;br /&gt;governa toda a sua história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o sumo sacerdote em exercício era precisamente aquele que presidia &lt;br /&gt;o Sinédrio, máximo órgão jurídico e administrativo da nação. Este consistia &lt;br /&gt;num conselho de 71 membros, no qual estavam representados os três grupos &lt;br /&gt;político-religiosos mais significativos da época: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os sacerdotes, arrolados na sua maioria no partido saduceu &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os anciãos, geralmente fariseus e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;os mestres da Lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sinédrio gozava de todas as competências de um governo autônomo, salvo &lt;br /&gt;aquelas em que Roma se reservava os direitos de última instância. O &lt;br /&gt;Sinédrio, p. ex., era competente para condenar à morte um réu, mas a ordem &lt;br /&gt;da execução exigia o visto da autoridade romana, como sucedeu no caso de &lt;br /&gt;Jesus (cf. Jo 19.10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos partidos, convém assinalar que os fariseus eram os &lt;br /&gt;representantes mais rigorosos da espiritualidade judaica. Com a sua &lt;br /&gt;insistência na observância estrita da Lei mosaica e no respeito às tradições &lt;br /&gt;dos &amp;quot;pais&amp;quot; (isto é, os antepassados), exerciam uma forte influência no povo. &lt;br /&gt;Jesus reprovava o seu exagerado zelo ritual e o afã de satisfazer os mais &lt;br /&gt;insignificantes aspectos da letra da Lei, que os fazia esquecer &lt;br /&gt;freqüentemente os valores do espírito que a anima (cf. Mc 7.3-4,8-13. Ver &lt;br /&gt;2Co 3.6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os saduceus representavam, de certo modo, a aristocracia de Israel. Esse &lt;br /&gt;partido, mais reduzido numericamente que o fariseu, era formado, em grande &lt;br /&gt;parte, pelas poderosas famílias dos sumos sacerdotes. Na sua doutrina, em &lt;br /&gt;contraste com o que ensinavam os fariseus, os saduceus mantinham &amp;quot;não haver &lt;br /&gt;ressurreição, nem anjo, nem espírito&amp;quot; (At 23.8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradicionalmente, se tem considerado que os zelotes constituíam um grupo &lt;br /&gt;judaico nacionalista que se rebelou contra Roma. Eram conhecidos também como &lt;br /&gt;cananitas. Com ambos os epítetos se identifica no Novo Testamento Simão, um &lt;br /&gt;dos doze discípulos de Jesus (ver Lc 6.15, nota n e cf. Mt 10.4 e Mc 3.18 &lt;br /&gt;com Lc 6.15 e At 1.13). Os zelotes desempenharam um papel muito ativo na &lt;br /&gt;rebelião dos anos 66 a 70. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À parte desses três grupos, havia outros, como os herodianos, cuja &lt;br /&gt;identidade não se conseguiu esclarecer totalmente. É provável que se &lt;br /&gt;tratasse de pessoas a serviço de Herodes, embora alguns achem que o nome se &lt;br /&gt;adapte melhor aos partidários de Herodes e de sua dinastia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os escribas, mestres da Lei ou rabinos formavam um grupo profissional e não &lt;br /&gt;um partido. Eram os encarregados de instruir o povo em matéria de religião. &lt;br /&gt;Não pertenciam, em geral, à classe sacerdotal, mas eram influentes e &lt;br /&gt;chegaram a gozar de uma elevada consideração como intérpretes das Escrituras &lt;br /&gt;e dirigentes do povo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco tempo e pouco espaço necessitou Jesus de Nazaré para realizar uma obra &lt;br /&gt;cujas bênçãos haveriam de alcançar a todos os seres humanos de todos os &lt;br /&gt;tempos e de todos os lugares. O Novo Testamento dá testemunho disso: ele é o &lt;br /&gt;registro que, com a mesma singeleza com que o Filho de Deus se manifestou em &lt;br /&gt;carne, também fala do amor de Deus e da sua vontade salvadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iLúmina - A Bíblia do século XXI&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Novo-testamento-b1-p18.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>O Senhor Deus</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T20:22:45Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;O SENHOR DEUS&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;I. A EXISTÊNCIA DE DEUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Argumentos Naturalistas para a Existência de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Cosmológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Da palavra grega &lt;em&gt;Kosmos, &lt;/em&gt;“mundo”. O universo é um efeito que &lt;br /&gt;exige uma causa adequada, e a única causa suficiente é Deus (Sl 19.1). &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Teleológico&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da palavra grega &lt;em&gt;Telos, &lt;/em&gt;“fim”. O universo não apenas prova a &lt;br /&gt;existência de um Criador, mas indica a existência de uma Planejador (Rm &lt;br /&gt;1.18-20). Há um propósito observável no universo que indica a existência de &lt;br /&gt;Deus como seu planejador. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Antropológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Da palavra grega &lt;em&gt;anthropos, &lt;/em&gt;“homem”. Já que o home é um ser moral &lt;br /&gt;e intelectual, deve ter um Criador que também seja moral e inteligente (At &lt;br /&gt;17.29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a &lt;br /&gt;natureza emocional do homem argumentam em favor da existência de Deus. &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Ontológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Da palavra grega &lt;em&gt;on, &lt;/em&gt;“existente, ser”. O homem tem a idéia &lt;br /&gt;inerente de um Ser Perfeito. Esta idéia naturalmente inclui o conceito de &lt;br /&gt;existência, já que um ser, em tudo mais perfeito, que não existisse, não &lt;br /&gt;seria tão perfeito quanto um ser perfeito que existisse. Portanto, visto que &lt;br /&gt;a idéia de existência está contida na idéia de um Ser Perfeito, esse Ser &lt;br /&gt;Perfeito deve necessariamente existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Argumentos Bíblicos para a Existência de Deus:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a existência de Deus.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;II. OS ATRIBUTOS DE DEUS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Definição: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Um atributo é uma propriedade intrínseca ao seu sujeito, pela qual ele &lt;br /&gt;pode ser distinguido ou identificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Classificações: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A maioria dos sistemas de classificação dos atributos baseia-se no fato &lt;br /&gt;de que alguns deles pertencem exclusivamente a Deus (e.g., infinitude) e &lt;br /&gt;outros se encontram, de maneira limitada e num sentido relativo, também no &lt;br /&gt;homem (e.g., amor); assim, a terminologia dessas classificações inclui &lt;br /&gt;incomunicáveis e comunicáveis; absolutos e relativos; imanentes e &lt;br /&gt;transitivos; constitucionais e pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Descrição: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(Atributos absolutos, incomunicáveis ou constitucionais, números de 1 a &lt;br /&gt;9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1) Simplicidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado&lt;/em&gt;- Deus é incomplexo, não composto, indivisível. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Jo 4.24. &lt;em&gt;C. Problema&lt;/em&gt; - A Simplicidade de Deus invalida &lt;br /&gt;a doutrina da Trindade? Não, porque a simplicidade tem a ver com a essência &lt;br /&gt;de Deus, e a Trindade com a Sua subsistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Unidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus é bom. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Dt 6.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Infinitude:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus não tem término ou fim&lt;em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- 1Rs 8.27; At 17.24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4) Eternidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus não está sujeito à sucessão do tempo. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Gn 21.33; Sl 90.2 &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Problema &lt;/em&gt;- Seria o tempo irreal para Deus? Não, Ele reconhece a &lt;br /&gt;continuidade dos acontecimentos, mas todos os acontecimentos, passados, &lt;br /&gt;presentes e futuros, são igualmente vívido pra Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5) Imutabilidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus é imutável em natureza e prática. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Tg 1.17 &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. Problema &lt;/em&gt;- Será que Deus muda de idéia ou Se arrepende (Gn 6.6), como &lt;br /&gt;parece acontecer de nossa perspectiva; ou seria isto uma expressão do &lt;br /&gt;decreto permissivo de Deus? Ou uma maneira antropomórfica de descrever &lt;br /&gt;aparentes mudanças no curso dos acontecimentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6) Onipresença:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus está em todo lugar (não em todas as coisas, &lt;br /&gt;que é panteísmo). &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Sl 139.7-12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7) Soberania:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus é o governante supremo do universo. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Ef 1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8) Onisciência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus conhece todas as coisas, reais e possíveis&lt;em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Mt 11.21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9) Onipotência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Deus possui todo poder. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Ap 19.6 (Atributos relativos, comunicáveis ou pessoais, Nm 10 &lt;br /&gt;a 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10) Justiça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Equidade moral, imparcialidade no trato com Suas &lt;br /&gt;criaturas. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto - &lt;/em&gt;At 17.31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11) Amor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- A busca divina do bem maior das criaturas na &lt;br /&gt;manifestação de Sua vontade. &lt;em&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Ef 2.4,5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12) Verdade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Concordância e coerência com tudo que é &lt;br /&gt;representado pelo próprio Deus. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Jo 14.6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13) Liberdade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Independência divina de Sua criaturas. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- Is 40.13,14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14) Santidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Retidão moral. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Texto &lt;/em&gt;- 1Jo 1.5&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;III. OS NOMES DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. Nomes Primários do Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Javé (Yahweh):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- O Auto-Existente (de Ex 3.14, “Eu Sou o Que &lt;br /&gt;Sou”). &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Características &lt;/em&gt;- É o nome do relacionamento entre o verdadeiro Deus &lt;br /&gt;e Seu povo, e, quando usado, enfatiza a santidade de Deus, o Seu ódio pelo &lt;br /&gt;pecado e amor aos pecadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) Elohim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- O Forte&lt;em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Características &lt;/em&gt;- É uma palavra usada para o verdadeiro Deus e deuses &lt;br /&gt;pagãos. É um substantivo plural, o chamado plural majestático. O plural &lt;br /&gt;permite a revelação subseqüente da Trindade no N.T., mas não ensina a &lt;br /&gt;Trindade propriamente dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3) Adonai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;A. Significado &lt;/em&gt;- Senhor, Mestre. &lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Características &lt;/em&gt;- Usado para homens de Deus, e indica o &lt;br /&gt;relacionamento senhor-servo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Nomes Compostos do Antigo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) com El:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A. El Elyon &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- traduzido por Altíssimo (Is 14.13,14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;B. El Roi &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Forte que Vê (Gn 16.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;C. El Shaddai &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1-20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;D. El Olam &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Eterno Deus (Is 40.28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2) com Javé:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A. Javé Jireh &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor Proverá (Gn 22.13,14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;B. Javé Nissi &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O senhor é minha bandeira (Ex 17.15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;C. Javé Shalom &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor é paz (Jz 6.24).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;D. Javé Sabbaoth &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor dos Exércitos (1Sm 1.3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E. Javé Maccadeshkem &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor que te santifica (Ex 31.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;F. Javé Raah &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor é o meu Pastor (Sl 23.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;G. Javé Tsidkenu &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor justiça nossa (Jr 23.6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;H. Javé El Gmolah &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor Deus da recompensa (Jr 51.56).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;I. Javé Nakeh &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor que fere (Ez 7.9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;J. Javé Shammah &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O Senhor que está presente (Ez 48.35)&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;IV. O DECRETO DE DEUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Definição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt; “O decreto de Deus é o Seu eterno propósito, segundo o conselho de sua &lt;br /&gt;própria vontade, pelo qual, para Sua própria glória, Ele preordenou tudo que &lt;br /&gt;acontece.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Termos Relacionados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;-Onisciência - Conhecimento de todas as coisas, reais ou possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Presciência - Conhecimento prévio de todas as coisas incluídas no curso &lt;br /&gt;real dos eventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Predestinação - A determinação prévia do destino dos eleitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Retribuição - Punição merecida aos ímpios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eleição - A escolha de um povo por Deus para Si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Preterição - A omissão dos não-eleitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) A Natureza do Decreto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há apenas um decreto, que envolve tudo, embora no desenrolar dos &lt;br /&gt;acontecimentos haja seqüência constante. Há, também, uma distinção &lt;br /&gt;conveniente entre decretos permissivos e diretivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Decreto é todo-abrangente (Ef 1.11), embora Deus não tenha o mesmo &lt;br /&gt;relacionamento com todas as coisas nele contidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os desejos de Deus estão necessariamente incorporados ao decreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que Deus decretou tem como fim último a Sua glória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mal não se torna bem simplesmente pelo fato de o pecado ter sido incluído &lt;br /&gt;como parte do propósito de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D) Objeções ao Decreto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não é coerente com a liberdade humana. (Todavia, todos os meios, como &lt;br /&gt;oração e testemunho, por exemplo, são parte do plano de Deus.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O decreto torna Deus autor do pecado. (Embora Deus tenha incluído o pecado &lt;br /&gt;em Seu plano, Ele nunca é responsável pela prática do pecado.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doutrina do decreto é equivalente ao fatalismo. (O fatalismo enfatiza &lt;br /&gt;apenas os fins e faz do acaso, não de Deus, o poder governante.)&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;V. A TRINDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Definição:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há apenas um Deus, mas, na unidade da Divindade, há três pessoas eternas e &lt;br /&gt;iguais entre si, idênticas em substância mas distinta em existência (ou &lt;br /&gt;subsistência).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Prova:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indícios no Antigo Testamento (A.T.):&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O A.T. não revela a Trindade mas dá lugar e indícios para uma revelação &lt;br /&gt;posterior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. Passagens que usam a palavra plural &lt;em&gt;Elohim &lt;/em&gt;e pronomes plurais para &lt;br /&gt;se referirem a Deus (Gn 1.1,26; Is 6.8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Passagens que falam do Anjo do Senhor (Gn 22.11, 15-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confirmação no Novo Testamento (N.T.): &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- No N.T. há revelação clara de que o Pai, Filho e Espírito são Deus; assim, &lt;br /&gt;uma Triunidade ou Trindade (nenhuma das duas palavras está na Bíblia). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. O Pai é Deus (Jo 6.27; Ef 4.6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B. Jesus Cristo é Deus (Hb 1.8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C. O Espírito é Deus (At 5.3,4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D. As três pessoas são igualmente associadas e apresentadas como um só ser &lt;br /&gt;(Mt 28.19, “nome”; 2Co 13.13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VI. O PAI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Os relacionamentos do Pai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pai de toda a criação (At 17.29)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai da nação de Israel (Ex 4.22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai do Senhor Jesus Cristo (Mt 3.17)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai dos crentes em Cristo (Gl 3.26)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) As obras Especificas do Pai:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Autor do decreto (Sl 2.7-9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor da eleição (Ef 1.3-6)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissionador e Enviador do Filho (Jo 3.16)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disciplinador de Seus filhos (Hb 12.9)&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;1&quot;&gt;Extraído de “A Bíblia Anotada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/O-Senhor-Deus-b1-p17.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Antigo testamento</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T20:19:12Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;Bíblia - Antigo Testamento &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;TEXTO E FORMA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigo Testamento é o nome dado, desde os primórdios do Cristianismo, às &lt;br /&gt;escrituras sagradas do povo de Israel, formadas por um conjunto de livros &lt;br /&gt;muito diferentes uns dos outros em caráter e gênero literário e pertencentes &lt;br /&gt;a diversas épocas e autores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento ocupa, sem dúvida, um lugar preeminente no quadro geral &lt;br /&gt;da importante literatura surgida no Antigo Oriente Médio. No decorrer da sua &lt;br /&gt;longa história, egípcios, sumérios, assírios, babilônicos, fenícios, &lt;br /&gt;hititas, persas e outros povos da região produziram um importante tesouro de &lt;br /&gt;obras literárias porém nenhuma delas se compara ao Antigo Testamento quanto &lt;br /&gt;à riqueza dos temas e beleza de expressão e, muito menos, quanto ao valor &lt;br /&gt;religioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os gêneros literários do Antigo Testamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos gerais, todos os escritos do Antigo Testamento podem ser &lt;br /&gt;incluídos em um ou outro dos dois grandes gêneros literários que são a prosa &lt;br /&gt;e a poesia em tudo, uma segunda aproximação permite apreciar a grande &lt;br /&gt;diversidade de classes e estilos que, muitas vezes misturados entre si, &lt;br /&gt;configuram ambos os gêneros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à prosa, é o gênero no qual estão escritos textos como os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) relatos históricos, presentes sobretudo nos livros de caráter narrativo e &lt;br /&gt;que, a partir de Abraão (Gn 11.27-25.11), referem-se ou diretamente ao povo &lt;br /&gt;de Israel e aos seus personagens mais significativos ou indiretamente aos &lt;br /&gt;povos e nações cuja história está relacionada muito de perto com Israel; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) o relato de Gn 1-3 sobre as origens do mundo e da humanidade, o qual, do &lt;br /&gt;ponto de vista literário, merece referência à parte; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) passagens especiais (p. ex., a história dos patriarcas), narrações épicas &lt;br /&gt;(p. ex., o êxodo do Egito e a conquista de Canaã), quadros familiares (p. &lt;br /&gt;ex., o livro de Rute), profecias (em parte), visões, crônicas oficiais, &lt;br /&gt;diálogos, discursos, instruções, exortações e genealogias; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) textos legais e normas de conduta e regulamentação da prática religiosa &lt;br /&gt;coletiva e pessoal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à poesia, o Antigo Testamento oferece vários modelos literários, que &lt;br /&gt;podem ser resumidos em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) cúlticos (p. ex., Salmos e Lamentações); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) proféticos (uma parte muito importante dos textos dos profetas de &lt;br /&gt;Israel);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) sapienciais, os quais recolhem reflexões e ensinamentos relativos à vida &lt;br /&gt;diária (Provérbios e Eclesiastes) ou que giram em torno de algum problema de &lt;br /&gt;caráter teológico (Jó). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Autores e tradição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a sua origem, os livros do Antigo Testamento podem ser &lt;br /&gt;classificados em dois grandes grupos. O primeiro é formado pelos escritos &lt;br /&gt;que deixam transparecer a atividade criadora do autor e parecem ser marcados &lt;br /&gt;pelo selo da sua personalidade. Tal é o caso de boa parte dos textos &lt;br /&gt;proféticos, cuja mensagem inicial foi, às vezes, ampliada, chegando, &lt;br /&gt;posteriormente, ao seu pleno desenvolvimento em âmbitos onde a inspiração do &lt;br /&gt;profeta original se deixava sentir com intensidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo grupo são incluídos os livros nos quais, não tendo permanecido &lt;br /&gt;marcas próprias do autor, foram as tradições que se encarregaram de &lt;br /&gt;transmitir a mensagem preservada pelo povo, proclamando-a e aplicando-a às &lt;br /&gt;circunstâncias próprias de cada tempo novo. A esse grupo pertence uma boa &lt;br /&gt;parte da narrativa histórica e da literatura cúltica e sapiencial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transmissão do texto &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passagem da tradição oral para a escrita chega ao Antigo Testamento num &lt;br /&gt;tempo em que o papiro e o pergaminho já estavam em uso como materiais de &lt;br /&gt;escrita. Deles se faziam longas tiras que, convenientemente unidas, formavam &lt;br /&gt;os chamados &amp;quot;rolos&amp;quot;, uma espécie de cilindros de peso e volume às vezes &lt;br /&gt;consideráveis. Assim, chegaram até nós os textos do Antigo Testamento (cf. &lt;br /&gt;Jr 36), ainda que não nos seus manuscritos hebraicos originais, porque com o &lt;br /&gt;tempo todos desapareceram, mas graças à grande quantidade de cópias feitas &lt;br /&gt;ao longo de muitos séculos. Dentre elas, as mais antigas que temos pertencem &lt;br /&gt;ao séc. I a.C. Foram descobertas em lugares como Qumran, a oeste do mar &lt;br /&gt;Morto, algumas em muito bom estado de conservação e outras, muito &lt;br /&gt;deterioradas e reduzidas a fragmentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das cópias que contêm o texto integral da Bíblia Hebraica, a mais antiga é o &lt;br /&gt;Códice de Alepo, que data do séc. X d.C. e é o reflexo da tradição &lt;br /&gt;tiberiense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema alfabético utilizado nos primitivos manuscritos hebraicos carecia &lt;br /&gt;de vogais: na sua época e de acordo com um uso comum de diversas línguas &lt;br /&gt;semíticas, somente as consoantes tinham representação gráfica. Essa &lt;br /&gt;peculiaridade era, obviamente, uma fonte de sérios problemas de leitura e &lt;br /&gt;interpretação dos escritos bíblicos, cuja unificação realizaram os &lt;br /&gt;especialistas judeus do final do séc. I d.C. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho daqueles sábios foi favorecido na última parte do séc. V a.C. &lt;br /&gt;pelo desenvolvimento, sobretudo em Tiberíades e Babilônia, de um sistema de &lt;br /&gt;leitura que culminou entre os séculos VIII e XI d.C. com a composição do &lt;br /&gt;texto chamado &amp;quot;massorético&amp;quot;. Nele, fruto do intenso trabalho realizado pelos &lt;br /&gt;&amp;quot;massoretas&amp;quot; (ou &amp;quot;transmissores da tradição&amp;quot;), ficou definitivamente fixada &lt;br /&gt;a leitura da Bíblia Hebraica através de um complicado conjunto de sinais &lt;br /&gt;vocálicos e entonação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do excelente cuidado que os copistas tiveram para fazer e conservar &lt;br /&gt;as cópias do texto bíblico, nem sempre puderam evitar que aqui e ali fossem &lt;br /&gt;introduzidas pequenas variantes na escrita. Por isso, a fim de descobrir e &lt;br /&gt;avaliar tais variantes, o estudo dos antigos manuscritos implica uma &lt;br /&gt;minuciosa tarefa de comparação de textos, não somente entre umas ou outras &lt;br /&gt;cópias hebraicas, mas também em antigas traduções para outras línguas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o texto samaritano do Pentateuco (escrita samaritana)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as versões gregas, especialmente a LXX (feita em Alexandria entre os séculos &lt;br /&gt;III e II a.C. e utilizada freqüentemente pelos escritores do Novo &lt;br /&gt;Testamento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as aramaicas (os targumim, versões parafrásticas) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as latinas, em especial a Vulgata &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as siríacas, as coptas ou a armênia. Os resultados desse trabalho de fixação &lt;br /&gt;do texto se encontram sintetizados nas edições críticas da Bíblia Hebraica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GEOGRAFIA E RELIGIÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Palestina do Antigo Testamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A região onde se desenrolaram os acontecimentos mais importantes registrados &lt;br /&gt;no Antigo Testamento está situada na zona imediatamente a leste da bacia do &lt;br /&gt;Mediterrâneo. O nome mais antigo dela registrado na Bíblia é &amp;quot;terra de &lt;br /&gt;Canaã&amp;quot; (Gn 11.31), substituído posteriormente, entre os israelitas, por &lt;br /&gt;&amp;quot;terra de Israel&amp;quot; (1Sm 13.19 Ez 11.17 Mt 2.20). Os gregos e romanos &lt;br /&gt;preferiram chamá-la de &amp;quot;Palestina&amp;quot;, termo derivado do apelativo &amp;quot;filisteu&amp;quot;, &lt;br /&gt;pelo qual era conhecido o povo que habitava a costa do Mediterrâneo. No &lt;br /&gt;tempo em que o Império Romano dominou o país, pelo menos uma região deste &lt;br /&gt;recebeu o nome de &amp;quot;Judéia&amp;quot;. Durante a maior parte do período monárquico &lt;br /&gt;(931-586 a.C.), a terra de Israel esteve dividida em duas: ao sul, o reino &lt;br /&gt;de Judá, sendo Jerusalém sua capital e ao norte, o reino de Israel, tendo a &lt;br /&gt;cidade de Samaria como capital. As grandes diferenças políticas que &lt;br /&gt;separavam ambos os reinos aumentaram ainda mais quando, em 721 a.C., o reino &lt;br /&gt;do Norte foi conquistado pelo exército assírio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território palestino é formado por três grandes faixas paralelas que se &lt;br /&gt;estendem do Norte ao Sul. A ocidental, uma planície banhada pelo &lt;br /&gt;Mediterrâneo, estreita-se em direção ao Norte, na Galiléia, e depois fica &lt;br /&gt;cercada pelo monte Carmelo. Nessa planície se encontravam as antigas cidades &lt;br /&gt;de Gaza, Asquelom, Asdode e Jope (atualmente um subúrbio de Tel Aviv) e a &lt;br /&gt;Cesaréia romana, de construção mais recente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A faixa central é formada por uma série de montanhas que, desde o Norte, &lt;br /&gt;como que se desprendendo da cordilheira do Líbano, descem paralelas pela &lt;br /&gt;costa até penetrar no Sul, no deserto de Neguebe. O vale de Jezreel (ou de &lt;br /&gt;Esdrelom), entre a Galiléia e Samaria, cortava a cadeia montanhosa, cujas &lt;br /&gt;duas alturas máximas estão uma (1.208 m) na Galiléia e a outra (1.020 m), na &lt;br /&gt;Judéia. Nessa faixa central do país, encontra-se a cidade de Jerusalém &lt;br /&gt;(cerca de 800 m acima do nível do mar) e outras importantes da Judéia, &lt;br /&gt;Samaria e Galiléia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oriente da região montanhosa serpenteia o rio Jordão, o maior rio da &lt;br /&gt;Palestina, o qual nasce ao norte da Galiléi&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;a, no monte Hermom, e caminha em direção ao sul ao longo &lt;br /&gt;de 300 km, (pouco mais de 100 km, em linha reta). No seu curso, atravessa o &lt;br /&gt;lago Merom e depois o mar ou lago da Galiléia (ou ainda &amp;quot;mar de Tiberíades&amp;quot;) &lt;br /&gt;e corre por uma depressão que se torna cada vez mais profunda, até &lt;br /&gt;desembocar no mar Morto, a 392 m abaixo do nível do Mediterrâneo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais além da depressão do Jordão, no seu lado oriental, o terreno torna a &lt;br /&gt;elevar-se. Sobretudo na região norte há cumes importantes, como, já fora da &lt;br /&gt;Palestina, o monte Hermom, com até 2.758 m de altura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palestina é predominantemente seca, desértica em extensas regiões do Leste &lt;br /&gt;e Sul do país, com montanhas muito pedregosas e poucos espaços com condições &lt;br /&gt;favoráveis para o cultivo. Os terrenos férteis, próprios para a agricultura, &lt;br /&gt;encontram-se, sobretudo, na planície de Jezreel, ao norte, no vale do Jordão &lt;br /&gt;e nas terras baixas que, ao ocidente, acompanham a costa. As altas &lt;br /&gt;temperaturas predominantes se atenuam nas partes elevadas, onde as noites &lt;br /&gt;podem chegar a ser frias. As duas estações mais importantes são o inverno e &lt;br /&gt;o verão (cf. Gn 8.22 Mt 24.20,32), mas, quanto ao clima, o essencial para os &lt;br /&gt;trabalhos agrícolas é a regularidade na chegada das chuvas: as temporãs &lt;br /&gt;(entre outubro e novembro) e as serôdias (entre dezembro e janeiro). &lt;br /&gt;Armazena-se, então, a água em algibes (ou cisternas), para poder tê-la &lt;br /&gt;durante os outros meses do ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valorização religiosa do Antigo Testamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Antigo Testamento, como em toda a Bíblia, é reconhecida, em sua origem, &lt;br /&gt;uma autêntica experiência religiosa. Deus se revelou ao povo de Israel na &lt;br /&gt;realidade da sua história e fez isso como o único Deus, Criador e Senhor do &lt;br /&gt;universo e da história, não se assemelhando a nenhuma outra experiência &lt;br /&gt;humana, nem identificando-se com alguma imagem feita pelos homens. Deus é o &lt;br /&gt;Autor da vida, o Criador da existência de todos os seres e é um Deus &lt;br /&gt;salvador, que está sempre ao lado do seu povo, mas que não se deixa &lt;br /&gt;manipular por ele que impõe obrigações morais e sociais, que não se deixa &lt;br /&gt;subornar, que protege os fracos e ama a justiça. É um Deus que se achega ao &lt;br /&gt;povo, especialmente no culto um Deus perdoador, que quer que o pecador viva, &lt;br /&gt;porém julga com justiça e castiga a maldade. As idéias e a linguagem do &lt;br /&gt;Antigo Testamento transparecem nos escritos do Novo Testamento, em cujo pano &lt;br /&gt;de fundo está sempre presente o Deus do Antigo Testamento, o Pai de Jesus &lt;br /&gt;Cristo, em quem é revelado, definitivamente, o seu amor e a sua vontade &lt;br /&gt;salvadora para todo aquele que o recebe pela fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Antigo Testamento dá especial atenção ao relacionamento de Deus com &lt;br /&gt;Israel, o seu povo escolhido. Um dos mais importantes aspectos desse &lt;br /&gt;relacionamento é a Aliança com Israel, mediante a qual Javé se compromete a &lt;br /&gt;ser o Deus daquele povo que tomou como a sua possessão particular e dele &lt;br /&gt;exige o cumprimento religioso dos mandamentos e das leis divinas. Assim, a &lt;br /&gt;fé comum, as celebrações cúlticas e a observância da Lei são os elementos &lt;br /&gt;que configuram a unidade de Israel, uma unidade que se rompe quando se torna &lt;br /&gt;infiel ao Deus ao qual pertence. A história de Israel como povo escolhido &lt;br /&gt;revela que o mais importante é manter a sua identidade religiosa em meio ao &lt;br /&gt;mundo ao seu redor, passo necessário que será dado em direção à mensagem &lt;br /&gt;universal que depois, em Jesus Cristo, será proclamada pelo Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todos os aspectos do Antigo Testamento mantêm igual vigência para o &lt;br /&gt;cristão. O Antigo Testamento deve ser interpretado à luz da sua máxima &lt;br /&gt;instância, que é Jesus Cristo. A projeção histórica e profética do povo de &lt;br /&gt;Israel no Antigo Testamento é uma etapa precursora no caminho que conduz à &lt;br /&gt;plena revelação divina em Cristo (Hb 1.1-2). Por outro lado, o Novo &lt;br /&gt;Testamento é o testemunho de fé de que as promessas feitas por Deus a Israel &lt;br /&gt;são cumpridas com a vinda do Messias (cf., p. ex., Mt 1.23 Lc 3.4-6 At &lt;br /&gt;2.16-21 Rm 15.9-12). Por isso, certas instruções absolutamente válidas para &lt;br /&gt;o povo judeu deixam de ser igualmente vigentes para o novo povo de Deus, que &lt;br /&gt;é a Igreja (cf. At 15 Gl 3.23-29 Cl 2.16-17 Hb 7.11-10.18) e alguns aspectos &lt;br /&gt;da lei de Moisés, do culto do Antigo Testamento e da doutrina sobre o &lt;br /&gt;destino do ser humano, pessoal e comunitariamente considerado, devem ser &lt;br /&gt;interpretados à luz do evangelho de Jesus Cristo, o Filho de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HISTÓRIA E CULTURA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência de Israel como povo remonta, provavelmente, ao último período &lt;br /&gt;do séc. XI a.C. Era o tempo do nascimento da monarquia e da unificação das &lt;br /&gt;diversas tribos, que viviam separadas entre si até que, sob o governo do rei &lt;br /&gt;Davi, constituiu-se o Estado nacional, com Jerusalém por capital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até chegar a esse momento, a formação do povo havia sido lenta e difícil, &lt;br /&gt;mesclada freqüentemente com a história das mais antigas civilizações que &lt;br /&gt;floresceram no Egito, às margens do Nilo e na Mesopotâmia, nas terras &lt;br /&gt;regadas pelo Tigre e o Eufrates. As fontes extrabíblicas da história de &lt;br /&gt;Israel naquela época são muito limitadas, carentes da base documental &lt;br /&gt;necessária para se estabelecerem com precisão as origens do povo hebreu. &lt;br /&gt;Nesse aspecto, o livro de Gênesis proporciona alguns dados de valor &lt;br /&gt;inestimável, pois o estudo dos relatos patriarcais permite descobrir alguns &lt;br /&gt;aspectos fundamentais da origem do povo israelita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época dos patriarcas Os personagens do Antigo Testamento, habitualmente &lt;br /&gt;denominadas &amp;quot;patriarcas&amp;quot;, eram chefes de grupos familiares seminômades que &lt;br /&gt;iam de um lugar a outro em busca de comida e água para os seus rebanhos. Não &lt;br /&gt;havendo chegado ainda à fase cultural do sedentarismo e dos trabalhos &lt;br /&gt;agrícolas, os seus assentamentos eram, em geral, eventuais: duravam o tempo &lt;br /&gt;em que os seus gados demoravam para consumir os pastos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gênesis oferece uma visão particular do começo da história de Israel, que é &lt;br /&gt;mais propriamente a história de uma família. Procedentes da cidade &lt;br /&gt;mesopotâmica de Ur dos caldeus, situada junto ao Eufrates, Abraão e a sua &lt;br /&gt;esposa chegaram ao país de Canaã. Deus havia prometido a Abraão que faria &lt;br /&gt;dele uma grande nação (Gn 12.1-3 cf. 15.1-21 17.1-4) e, conforme essa &lt;br /&gt;promessa, nasceu o seu filho Isaque, que, por sua vez, foi o pai de Jacó. &lt;br /&gt;Durante a sua longa viagem, primeiro na direção norte e depois na direção &lt;br /&gt;sul, Abraão deteve-se em diversos lugares mencionados na Bíblia: Harã, &lt;br /&gt;Siquém, Ai e Betel (Gn 11.31-12.9) atravessou a região desértica do Neguebe &lt;br /&gt;e chegou até o Egito, de onde, mais tarde, regressou para, finalmente, &lt;br /&gt;estabelecer-se em um lugar conhecido como &amp;quot;os carvalhais de Manre&amp;quot;, junto a &lt;br /&gt;Hebrom (Gn 13.1-3,18). Ao morrer Abraão (Gn 25.7-11 cf. 23.2,17-20), Isaque &lt;br /&gt;converte-se no protagonista do relato bíblico, que o apresenta como &lt;br /&gt;habitante de Gerar e Berseba (Gn 26.6,23), lugares do Neguebe (Gn 24.62), na &lt;br /&gt;região meridional da Palestina. Isaque, herdeiro das promessas de Deus a &lt;br /&gt;Abraão, aparece no meio de um quadro descritivo da vida seminômade do &lt;br /&gt;segundo milênio a.C.: busca de campos de pastoreio, assentamentos &lt;br /&gt;provisórios, ocasionais trabalhos agrícolas nos limites de povoados &lt;br /&gt;fronteiriços e discussões por causa dos poços de água onde se dava de beber &lt;br /&gt;ao gado (Gn 26). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de Isaque, a atenção do relato concentra-se nos conflitos pessoais &lt;br /&gt;surgidos entre Jacó e o seu irmão Esaú, que são como que uma visão &lt;br /&gt;antecipada dos graves problemas que, posteriormente, haveriam de acontecer &lt;br /&gt;entre os israelitas, descendentes de Jacó, e os edomitas, descendentes de &lt;br /&gt;Esaú. A história de Jacó é mais longa e complicada que as anteriores. Consta &lt;br /&gt;de uma série de relatos entrelaçados: a fuga do patriarca para a região &lt;br /&gt;mesopotâmica de Padã-Arã a inteligência e a riqueza de Jacó o regresso a &lt;br /&gt;Canaã o episódio de Peniel, onde Deus mudou o nome de Jacó para Israel (Gn &lt;br /&gt;32.28) a revelação de Deus e a renovação das suas promessas (Gn 35.1-15) a &lt;br /&gt;história de José e a morte de Jacó no Egito (Gn 37.1-50.14). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A saída do Egito&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação política e social das tribos israelitas, do Egito e dos países do &lt;br /&gt;Oriente Médio, no período que vai da morte de José à época de Moisés, sofreu &lt;br /&gt;mudanças consideráveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Egito viveu um tempo de prosperidade depois de expulsar do país os &lt;br /&gt;invasores hicsos. Este povo oriundo da Mesopotâmia, depois de passar por &lt;br /&gt;Canaã, havia se apropriado, no início do séc. XVIII a.C., da fértil região &lt;br /&gt;egípcia do delta do Nilo. Os hicsos dominaram no Egito cerca de um século e &lt;br /&gt;meio, e, provavelmente, foi nesse tempo que Jacó se instalou ali com toda a &lt;br /&gt;sua família. Esta poderia ser a explicação da acolhida favorável que foi &lt;br /&gt;dispensada ao patriarca, e de que alguns dos seus descendentes, como &lt;br /&gt;aconteceu com José (Gn 41.37-43), chegaram a ocupar postos importantes no &lt;br /&gt;governo do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação mudou quando os hicsos foram finalmente expulsos do Egito. Os &lt;br /&gt;estrangeiros residentes, entre os quais encontravam-se os israelitas, foram &lt;br /&gt;submetidos a uma dura opressão. Essa mudança na situação política está &lt;br /&gt;registrada em Êx 1.8, que diz que subiu ao trono do Egito um novo rei &amp;quot;que &lt;br /&gt;não conhecera a José.&amp;quot; Durante o mandato daquele faraó, os israelitas foram &lt;br /&gt;obrigados a trabalhar em condições subumanas na edificação das cidades &lt;br /&gt;egípcias de Pitom e Ramessés (Êx 1.11). Porém, em tais circunstâncias, teve &lt;br /&gt;lugar um acontecimento que haveria de permanecer gravado, para sempre, nos &lt;br /&gt;anais de Israel: Deus levantou um homem, Moisés, para constituí-lo &lt;br /&gt;libertador do seu povo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés, apesar de hebreu por nascimento, recebeu uma educação esmerada na &lt;br /&gt;própria corte do faraó. Certo dia, Moisés viu-se obrigado a fugir para o &lt;br /&gt;deserto, e ali Javé (nome explicado em Êx 3.14 como &amp;quot;EU SOU O QUE SOU&amp;quot;) &lt;br /&gt;revelou-se a ele e lhe deu a missão de libertar os israelitas da escravidão &lt;br /&gt;a que estavam submetidos no Egito (Êx 3.1-4.17). Regressou Moisés ao Egito &lt;br /&gt;e, depois de vencer com palavras e ações maravilhosas a resistência do &lt;br /&gt;faraó, conseguiu que a multidão dos israelitas se colocasse em marcha em &lt;br /&gt;direção ao deserto do Sinai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse capítulo da história de Israel, a libertação do jugo egípcio, marcou &lt;br /&gt;indelevelmente a vida e a religião do povo. A data precisa desse &lt;br /&gt;acontecimento não pode ser determinada. Têm-se sugerido duas possibilidades: &lt;br /&gt;até meados do séc. XV e até meados do séc. XIII. (Neste último caso seria &lt;br /&gt;durante o reinado de Ramsés II ou do seu filho Meneptá.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos de permanência no deserto do Sinai, enquanto os israelitas &lt;br /&gt;dirigiam-se para Canaã, produziu-se um acontecimento de importância capital: &lt;br /&gt;Deus instituiu a sua Aliança com o seu povo escolhido (Êx 19). Essa Aliança &lt;br /&gt;significou o estabelecimento de um relacionamento singular entre Javé e &lt;br /&gt;Israel, com estipulações fundamentais que ficaram fixadas na lei mosaica, &lt;br /&gt;cuja síntese é o Decálogo (Êx 20.1-17). A conquista de Canaã e o período dos &lt;br /&gt;juízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte de Moisés (Dt 34), a direção do povo foi colocada nas mãos &lt;br /&gt;de Josué, a quem coube guiá-lo ao país de Canaã, a Terra Prometida. A &lt;br /&gt;entrada naqueles territórios iniciou-se com a passagem do Jordão, fato de &lt;br /&gt;grande significação histórica, porque com ela inaugurava-se um período &lt;br /&gt;decisivo para a constituição da futura nação israelita (Js 1-3). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquistar e assentar-se em Canaã não se tornou empresa fácil. Foi um longo &lt;br /&gt;e duro processo (cf. Jz 1), às vezes, de avanço pacífico, mas, às vezes, de &lt;br /&gt;inflamados choques com os hostis povos cananeus (cf. Jz 4-5), formados por &lt;br /&gt;populações diferentes entre si, ainda que todas pertencentes ao comum tronco &lt;br /&gt;semítico muitas delas terminaram absorvidas por Israel (cf. Js 9).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele tempo da chegada e conquista de Canaã, os grandes impérios do Egito &lt;br /&gt;e da Mesopotâmia já haviam iniciado a sua decadência. Destes eram vassalos &lt;br /&gt;os pequenos Estados cananeus, de economia agrícola e cuja administração &lt;br /&gt;política limitava-se, geralmente, a uma cidade de relativa importância nos &lt;br /&gt;limites das suas terras. Em relação à religião, caracterizava-se sobretudo &lt;br /&gt;pelos ritos em honra a Baal, Aserá e Astarote, e a deuses secundários, &lt;br /&gt;geralmente divindades da fecundidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A etapa conhecida como &amp;quot;período dos juízes de Israel&amp;quot; sucedeu à morte de &lt;br /&gt;Josué (Js 24.29-32). Desenvolveu-se entre os anos 1200 e 1050 a.C., e a sua &lt;br /&gt;característica mais evidente foi, talvez, a distribuição dos israelitas em &lt;br /&gt;grupos tribais, mais ou menos independentes e sem um governo central que &lt;br /&gt;lhes desse um mínimo sentido de organização política. Naquelas &lt;br /&gt;circunstâncias surgiram alguns personagens que assumiram a direção de Israel &lt;br /&gt;e que, ocasionalmente, atuaram como estrategistas e o guiaram nas suas ações &lt;br /&gt;de guerra (ver, p. ex., em Jz 5, o Cântico de Débora, que celebra o triunfo &lt;br /&gt;de grupos israelitas aliados contra as forças cananéias). Entre todos os &lt;br /&gt;povos vizinhos, foram, provavelmente, os filisteus que representaram para &lt;br /&gt;Israel a mais grave ameaça. Procedentes de Creta e de outras ilhas do &lt;br /&gt;Mediterrâneo oriental, os filisteus, conhecidos também como &amp;quot;os povos do &lt;br /&gt;mar&amp;quot;, que primeiramente haviam intentado sem êxito penetrar no Egito, &lt;br /&gt;apoderaram-se depois (por volta de 1175 a.C.) das planícies costeiras da &lt;br /&gt;Palestina meridional. Ali estabeleceram-se e constituíram a &amp;quot;Pentápolis&amp;quot;, o &lt;br /&gt;grupo das cinco cidades filistéias: Asdode, Gaza, Asquelom, Gate e Ecrom &lt;br /&gt;(1Sm 6.17), cujo poder reforçou-se com a sua aliança e também com o &lt;br /&gt;monopólio da manufatura do ferro, utilizado tanto nos seus trabalhos &lt;br /&gt;agrícolas quanto nas suas ações militares (1Sm 13.19-22). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O início da monarquia de Israel &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura política dos &amp;quot;juízes&amp;quot;, apta para resolver assuntos de caráter &lt;br /&gt;tribal, mostrou-se ineficaz ante os problemas que, mais tarde, haveriam de &lt;br /&gt;ameaçar a sobrevivência do conjunto de Israel no mundo palestino. Assim, &lt;br /&gt;pouco a pouco, veio a implantação da monarquia e, com ela, uma forma de &lt;br /&gt;governo unificado, dotado da autoridade necessária para manter uma &lt;br /&gt;administração nacional estável. Ainda que a monarquia tenha enfrentado, no &lt;br /&gt;início, fortes resistências internas (1Sm 8), paulatinamente chegou a &lt;br /&gt;impor-se e consolidar-se. Samuel, o último dos juízes de Israel, foi &lt;br /&gt;sucedido por Saul, que em 1040 a.C. iniciou o período da monarquia, que se &lt;br /&gt;prolongou até 586 a.C., quando, durante o reinado de Zedequias, os &lt;br /&gt;babilônios sitiaram e destruíram Jerusalém, tendo Nabucodonosor à frente. &lt;br /&gt;Saul, que começou a reinar depois de ter obtido uma vitória militar (1Sm 11) &lt;br /&gt;e de ter triunfado em outras ocasiões, todavia, nunca conseguiu acabar com &lt;br /&gt;os filisteus, e foi lutando contra eles no monte Gilboa que morreram os seus &lt;br /&gt;três filhos e ele próprio (1Sm 31.1-6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saul foi sucedido por Davi, proclamado rei pelos homens de Judá na cidade de &lt;br /&gt;Hebrom (2Sm 2.4-5). O seu reinado iniciou-se, pois, na região meridional da &lt;br /&gt;Palestina, mas depois estendeu-se em direção ao norte. Reconhecido como rei &lt;br /&gt;por todas as tribos israelitas, conseguiu unificá-las sob o seu governo. &lt;br /&gt;Durante o tempo em que Davi viveu, produziram-se acontecimentos de grande &lt;br /&gt;importância: a anexação à nova entidade nacional de algumas cidades &lt;br /&gt;cananéias antes independentes, a submissão de povos vizinhos e a conquista &lt;br /&gt;de Jerusalém, convertida desde então na capital do reino e centro religioso &lt;br /&gt;por excelência. Próximo já da sua morte, Davi designou por sucessor o seu &lt;br /&gt;filho Salomão, sob cujo governo alcançou o reino as mais altas cotas de &lt;br /&gt;esplendor. Salomão soube estabelecer importantes relacionamentos políticos e &lt;br /&gt;comerciais, geradores de grandes benefícios para Israel. As riquezas &lt;br /&gt;acumuladas sob o seu governo permitiram realizar em Jerusalém construções de &lt;br /&gt;enorme envergadura, como o Templo e o palácio real. O prestígio de Salomão &lt;br /&gt;fez-se proverbial, e a fama da sua prudência e sabedoria nunca tiveram &lt;br /&gt;paralelo na história dos reis de Israel (1Rs 5-10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A ruptura da unidade nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A despeito de todas as circunstâncias favoráveis que rodearam o reinado de &lt;br /&gt;Salomão, foi precisamente aí que a unidade do reino começou a fender-se. Por &lt;br /&gt;um e outro lado do país, surgiam vozes de protesto pelos abusos de &lt;br /&gt;autoridade, pelos maus tratos infligidos à classe trabalhadora e pelo &lt;br /&gt;agravamento dos tributos destinados a cobrir os gastos que originavam as &lt;br /&gt;grandes construções. Tudo isso, fomentando atitudes de descontentamento e &lt;br /&gt;rebeldia, foi causa do ressurgimento de antigas rivalidades entre as tribos &lt;br /&gt;do Norte e do Sul. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas chegaram ao extremo quando, morto Salomão, ocupou o trono o seu &lt;br /&gt;filho Roboão (1Rs 12.1-24). Sem a sensatez do seu pai, Roboão provocou, com &lt;br /&gt;imprudentes atitudes pessoais, a ruptura do reino: de um lado, a tribo de &lt;br /&gt;Judá, que seguiu fiel a Roboão e manteve a capital em Jerusalém de outro, as &lt;br /&gt;tribos do Norte, que proclamaram rei a Jeroboão, antigo funcionário da corte &lt;br /&gt;de Salomão. Desde esse momento, a divisão da nação em reino do Norte e reino &lt;br /&gt;do Sul se fez inevitável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judá, sempre governada por um membro da dinastia davídica, subsistiu por &lt;br /&gt;mais de trezentos anos, ainda que a sua independência nacional tivesse &lt;br /&gt;sofrido importantes oscilações desde que, no final do séc. VIII a.C., a &lt;br /&gt;Assíria a submeteu a uma dura vassalagem. Aquele antigo império dominou a &lt;br /&gt;Palestina até que medos e caldeus, já próximo do séc. VI a.C., apagaram-na &lt;br /&gt;do panorama da história (Na 1-3). Então, em Judá, onde reinava Josias, &lt;br /&gt;renasceram as esperanças de recuperar a perdida independência mas, depois da &lt;br /&gt;batalha de Megido (609 a.C.), com a derrota de Judá e a morte de Josias (2Cr &lt;br /&gt;35.20-24), o reino entrou em uma rápida decadência, que terminou com a &lt;br /&gt;destruição de Jerusalém em 586 a.C. O Templo e toda a capital foram &lt;br /&gt;arrasados, um número grande dos seus habitantes foi levado ao exílio, e a &lt;br /&gt;dinastia davídica chegou ao seu fim (2Rs 25.1-21). Ao que parece, a perda da &lt;br /&gt;independência de Judá supôs a sua incorporação à província babilônica de &lt;br /&gt;Samaria mas, além disso, o país havia ficado arruinado, primeiro pela &lt;br /&gt;devastação que causaram os invasores e em seguida pelos saques a que o &lt;br /&gt;submeteram os seus povos vizinhos, Edom (Ob 11), Amom e outros (Ez 25.1-4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reino do Norte, Israel, nunca chegou a gozar uma situação politicamente &lt;br /&gt;estável. A sua capital mudou de lugar em diversas ocasiões, antes de ficar &lt;br /&gt;finalmente instalada na cidade de Samaria (1Rs 16.24), e várias tentativas &lt;br /&gt;para constituir dinastias duradouras terminaram em fracasso, freqüentemente &lt;br /&gt;de modo violento (Os 8.4). A aniquilação do reino do Norte sob a dominação &lt;br /&gt;assíria ocorreu gradualmente: primeiro foi a imposição de um grande tributo &lt;br /&gt;(2Rs 15.19-20) em seguida, a conquista de algumas povoações e a conseqüente &lt;br /&gt;redução das fronteiras do reino e, por último, a destruição de Samaria, o &lt;br /&gt;exílio de uma parte da população e a instalação de um governo estrangeiro no &lt;br /&gt;país conquistado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O exílio &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os babilônios permitiram que os exilados do reino de Judá formassem &lt;br /&gt;famílias, construíssem casas, cultivassem pomares (Jr 29.5-7) e chegassem a &lt;br /&gt;consultar os seus próprios chefes e anciãos (Ez 20.1-44) e, igualmente, &lt;br /&gt;permitiram-lhes viver em comunidade, em um lugar chamado Tel-Abibe, às &lt;br /&gt;margens do rio Quebar (Ez 3.15). Assim, pouco a pouco, foram-se habituando à &lt;br /&gt;sua situação de exilados na Babilônia. Em semelhantes circunstâncias, a &lt;br /&gt;participação comum nas práticas da religião foi, provavelmente, o vínculo &lt;br /&gt;mais forte de união entre os membros da comunidade exilada e a instituição &lt;br /&gt;da sinagoga teve um papel relevante como ponto de encontro para a oração, a &lt;br /&gt;leitura e o ensinamento da Lei, o canto dos Salmos e o comentário dos &lt;br /&gt;escritos dos profetas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta maneira, com o exílio, a Babilônia converteu-se num centro de &lt;br /&gt;atividade religiosa, onde um grupo de sacerdotes entregou-se com empenho à &lt;br /&gt;tarefa de reunir e preservar os textos sagrados que constituíam o patrimônio &lt;br /&gt;espiritual de Israel. Entre os componentes desse grupo se contava Ezequiel, &lt;br /&gt;que, na sua dupla condição de sacerdote e profeta (Ez 1.1-3 2.1-5), exerceu &lt;br /&gt;uma influência singular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dadas as condições de tolerância e até de bem-estar em que viviam os &lt;br /&gt;exilados na Babilônia, não é de estranhar que muitos deles renunciassem, no &lt;br /&gt;seu tempo, regressar ao seu país. Outros, pelo contrário, mantendo vivo o &lt;br /&gt;ressentimento contra a nação que os havia arrancado da sua pátria e que era &lt;br /&gt;causa dos males que lhes haviam sobrevindo, suspiravam pelo momento do &lt;br /&gt;regresso ao seu longínquo país (Sl 137 Is 47.1-3). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Retorno e restauração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A esperança de uma rápida libertação cresceu entre os exilados quando Ciro, &lt;br /&gt;rei de Anshan, empreendeu a sua carreira de conquistador e fundador de um &lt;br /&gt;novo império. Elevado já ao trono da Pérsia (559-530 a.C.), as suas &lt;br /&gt;qualidades de estrategista e de político permitiram-lhe superar rapidamente &lt;br /&gt;três etapas decisivas: primeiro, a fundação do reino medo-persa, com a sua &lt;br /&gt;capital Ecbatana (553 a.C.) segundo, a conquista de quase toda a Ásia Menor, &lt;br /&gt;culminada com a vitória sobre o rei de Lídia (546 a.C.) terceiro, a entrada &lt;br /&gt;triunfal na Babilônia (539 a.C.). Desse modo, ficou configurado o império &lt;br /&gt;persa, que, durante mais de dois séculos, dominou o panorama político do &lt;br /&gt;Oriente Médio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciro praticou uma política de bom relacionamento com os povos submetidos. &lt;br /&gt;Permitiu que cada um conservasse os seus usos, costumes e tradições e que &lt;br /&gt;praticasse a sua própria religião, atitude que redundou em benefício aos &lt;br /&gt;judeus residentes na Babilônia, os quais, por decreto real, ficaram com a &lt;br /&gt;liberdade de regressar à Palestina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de Esdras contém duas versões do referido decreto (Ed 1.2-4 e &lt;br /&gt;6.3-12), no qual se ampararam os exilados que quiseram voltar à pátria. E é &lt;br /&gt;importante assinalar que o imperador persa não somente permitiu aquele &lt;br /&gt;regresso, mas também devolveu aos judeus os ricos utensílios do culto que &lt;br /&gt;Nabucodonosor lhes havia arrebatado e levado à Babilônia. Para maior &lt;br /&gt;abundância, Ciro ordenou também uma contribuição de caráter oficial para &lt;br /&gt;apoiar economicamente a reconstrução do templo de Jerusalém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retorno dos exilados realizou-se de forma paulatina, por grupos, o &lt;br /&gt;primeiro dos quais chegou a Jerusalém sob a liderança de Sesbazar (Ed 1.11). &lt;br /&gt;Tempos depois iniciaram-se as obras de reconstrução do Templo, que se &lt;br /&gt;prolongaram até 515 a.C. Para dirigir o trabalho e animar os operários &lt;br /&gt;contribuíram o governador Zorobabel e o sumo sacerdote Josué, apoiados pelos &lt;br /&gt;profetas Ageu e Zacarias (Ed 5.1). O passar do tempo deu lugar a muitos &lt;br /&gt;problemas de índole muito diversa. As duras dificuldades econômicas às quais &lt;br /&gt;tiveram que fazer frente, as divisões no seio da comunidade e, muito &lt;br /&gt;particularmente, as atitudes hostis dos samaritanos foram causa da &lt;br /&gt;degradação da convivência entre os repatriados em Jerusalém e em todo Judá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao conhecer os problemas que afligiam o seu povo, um judeu chamado Neemias, &lt;br /&gt;residente na cidade de Susã, copeiro do rei persa Artaxerxes (Ne 2.1), &lt;br /&gt;solicitou que, com o título de governador de Judá, tivesse a permissão de &lt;br /&gt;ajudar o seu povo (445 a.C.). Neemias revelou-se um grande reformador, que &lt;br /&gt;atuou com capacidade e eficácia. A sua presença na Palestina foi decisiva, &lt;br /&gt;não somente para que se reconstruíssem os muros de Jerusalém, mas também &lt;br /&gt;para que a vida da comunidade judaica experimentasse uma mudança profunda e &lt;br /&gt;positiva (cf. Ne 8-10). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artaxerxes investiu, também de poderes extraordinários, ao sacerdote e &lt;br /&gt;escriba Esdras, a fim de que este, dotado de plena autoridade, se ocupasse &lt;br /&gt;de todas as necessidades do Templo e do culto em Jerusalém e cuidasse de &lt;br /&gt;colocar sob a lei de Deus tanto os judeus recém-repatriados como os que &lt;br /&gt;nunca haviam saído da Palestina (Ed 7.12-26). Entre eles, promoveu Esdras &lt;br /&gt;uma mudança religiosa e moral tão profunda, que, a partir de então, Israel &lt;br /&gt;converteu-se no &amp;quot;povo do Livro&amp;quot;. A sua figura ocupa nas tradições judaicas &lt;br /&gt;um lugar comparável ao de Moisés. Com relação às referências a Artaxerxes no &lt;br /&gt;livro de Esdras (7.7) e no de Neemias (2.1), se correspondem a um só &lt;br /&gt;personagem ou a dois, os historiadores não têm chegado a uma conclusão &lt;br /&gt;definitiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O período helenístico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O domínio persa no Oriente Médio chegou ao seu fim quando o exército de &lt;br /&gt;Dario III sucumbiu em Isso (333 a.C.) ante as forças de Alexandre Magno &lt;br /&gt;(356-323 a.C.). Ali começou a hegemonia do helenismo, que se manteve até 63 &lt;br /&gt;a.C. e que entre os seus sucessos contou com o estabelecimento de &lt;br /&gt;importantes vínculos entre Oriente e Ocidente. Mas as rivalidades surgidas &lt;br /&gt;entre os sucessores de Alexandre (os Diádocos) impediram o estabelecimento &lt;br /&gt;de uma unidade política eficaz nos territórios que ele havia conquistado. De &lt;br /&gt;tais divisões originou-se, com referência à Palestina, a que fora dominada &lt;br /&gt;primeiro pelos ptolomeus (ou lágidas) do Egito e depois pelos selêucidas da &lt;br /&gt;Síria, duas das dinastias fundadas pelos generais sucessores de Alexandre. &lt;br /&gt;Durante a época helenística estendeu-se consideravelmente o uso do grego, e &lt;br /&gt;muitos judeus residentes na &amp;quot;diáspora&amp;quot; (ou &amp;quot;dispersão&amp;quot;) habituaram-se a &lt;br /&gt;utilizá-lo como língua própria. Chegou um momento em que se fez necessário &lt;br /&gt;traduzir a Bíblia Hebraica para atender às necessidades religiosas das &lt;br /&gt;colônias judaicas de fala grega. Essa tradução, chamada de Septuaginta ou &lt;br /&gt;Versão dos Setenta, foi feita aproximadamente entre os anos 250 e 150 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o reinado do selêucida Antíoco IV Epífanes (175-163 a.C.), &lt;br /&gt;produziu-se na Palestina um intento de helenização do povo judeu, que causou &lt;br /&gt;entre os seus membros uma grave dissensão. Muitos adotaram abertamente &lt;br /&gt;costumes próprios da cultura grega, divergentes das práticas judaicas &lt;br /&gt;tradicionais, enquanto que outros se agarraram com tenaz fanatismo à lei &lt;br /&gt;mosaica. A tensão entre eles foi crescendo até desembocar na rebelião dos &lt;br /&gt;macabeus. Essa rebelião desencadeou-se quando um ancião sacerdote chamado &lt;br /&gt;Matatias e os seus cinco filhos organizaram a luta contra o exército sírio. &lt;br /&gt;Depois da morte de Matatias, Judas, o seu terceiro filho, ficou à frente da &lt;br /&gt;resistência e, chefiando os seus, reconquistou o templo de Jerusalém, que &lt;br /&gt;havia sido profanado pelos sírios, e o purificou e o dedicou. A Hannuká ou &lt;br /&gt;Festa da Dedicação (Jo 10.22) comemora esse fato. Convertido em herói &lt;br /&gt;nacional, Judas foi o primeiro a receber o sobrenome de &amp;quot;macabeu&amp;quot; &lt;br /&gt;(provavelmente &amp;quot;martelo&amp;quot;), que depois foi dado também aos seus irmãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da morte de Simão, o último dos macabeus, a sucessão recaiu sobre o &lt;br /&gt;seu filho João Hircano I (134-104 a.C.), com quem teve início a dinastia &lt;br /&gt;hasmonéia. Ainda viveu a Judéia alguns dias de esplendor, mas, em geral, &lt;br /&gt;durante o governo dos hasmoneus, a estabilidade política deteriorou-se &lt;br /&gt;progressivamente. Mais tarde, entrou em jogo o Império Romano, e, no ano 63 &lt;br /&gt;a.C., o general Pompeu conquistou Jerusalém e a anexou, com toda a &lt;br /&gt;Palestina, à que já era oficialmente província da Síria. A partir desse &lt;br /&gt;momento, a própria vida religiosa judaica ficou hipotecada, dirigida &lt;br /&gt;aparentemente pelo sumo sacerdote em exercício, mas submetida, em última &lt;br /&gt;instância, à autoridade imperial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;iLúmina - A Bíblia do século XXI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Antigo-testamento-b1-p16.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>ANTROPOLOGIA</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T20:17:54Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;ANTROPOLOGIA: Doutrina do Homem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;I. A ORIGEM DO HOMEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Tipos de teorias evolucionistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução ateísta - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vê a geração espontânea como a causa original.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evolução teísta - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vê um poder divino como a causa original e a força diretriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas podem incluir variações acidentais, seleção natural e &lt;br /&gt;transmissibilidade de características adquiridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Criacionismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A evidência da revelação bíblica &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a– &lt;em&gt;Extensão da evidência&lt;/em&gt;. Embora a Bíblia não seja um livro de &lt;br /&gt;ciência, sempre que menciona um fato cientifico registra-o sem erro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– &lt;em&gt;Autoridade da evidência. &lt;/em&gt;Tudo que a Bíblia apresenta como verdade &lt;br /&gt;tem autoridade divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os fatos da evidência &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a– &lt;em&gt;Bara’ &lt;/em&gt;é usado em Gn 1.1, 21, 27 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– A palavra &lt;em&gt;dia &lt;/em&gt;é usada em relação ao nosso atual período de 24 &lt;br /&gt;horas, e é usada também para período mais longos de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c– A criação é apresentada como fato histórico em muitos lugares das &lt;br /&gt;Escrituras (Ex 20; Sl 8; Mt 19; Hb 4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d– O começo do primeiro dia ocorre em Gn 1.3. O versículo 2 pode envolver um &lt;br /&gt;enorme período de tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e– As eras geológicas podem ter ocorridos devido a uma catástrofe &lt;br /&gt;(relacionada ou não à queda de satanás) depois da criação inicial, ou podem &lt;br /&gt;ter sido causadas pelo dilúvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. A PARTE MATERIAL DO HOMEM (CORPO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Sua criação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Gênesis 2.7 e 3.19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Suas designações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Corpo &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Mt 6.22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Carne &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Gl 2.20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Corpo de humilhação &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Fp 3.21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vaso de barro &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;2Co 4.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Templo do Espírito Santo &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;1Co 6.19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C) Seu futuro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Todos os homens serão ressuscitados dos mortos (Jo 5.28,29). Os &lt;br /&gt;não-redimidos serão ressuscitados para uma existência eterna no lago de fogo &lt;br /&gt;(Ap 20.12,15), e os remidos, no céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. A PARTE IMATERIAL DO HOMEM (ALMA E ESPÍRITO)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Sua origem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Gn 2.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B) Sua característica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;“Imagem e semelhança de Deus”. O estado original de Adão era de &lt;br /&gt;santidade recebida mas não confirmada. Ele perdeu este estado com a queda, &lt;br /&gt;mas o homem ainda retém vestígios da imagem e semelhança de Deus. (1Co 11.7; &lt;br /&gt;Tg 3.9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C) A transmissão da parte imaterial do homem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Teoria da pré-existência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;As almas de todos os homens foram criadas por Deus no início do &lt;br /&gt;universo e são individualmente encerradas em corpos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Criacionismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A alma do homem é criada por Deus quando seu corpo nasce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Traducianismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A alma é transmitida por geração natural, tal como o corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) As facetas da parte imaterial do homem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Alma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A alma diz respeito à vida pessoal, ao indivíduo. Tem emoções (Jr &lt;br /&gt;31.25) e guerreia contra as paixões da carne (1Pe 2.11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Espírito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Este termo é relacionado aos aspectos mais elevados do homem (Rm &lt;br /&gt;8.16). Todos os homens têm espírito (1Co 2.11). O espírito também pode ser &lt;br /&gt;corrompido ( 2Co 7.1). Embora haja distinção entre alma e espírito, ambos &lt;br /&gt;são facetas da parte imaterial do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Coração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;O coração é o conceito mais amplo de todas as facetas da parte &lt;br /&gt;imaterial do homem. E a sede da vida intelectual, emocional, volitiva e &lt;br /&gt;espiritual do homem (Hb 4.12; 4.7; Mt 22.37)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Consciência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A consciência é uma testemunha interior que foi afetada pela Queda &lt;br /&gt;mas que, apesar disso, pode ser um guia seguro ocasionalmente (1Pe 2.19; Hb &lt;br /&gt;10.22)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A mente é aquela faceta imaterial do homem na qual está centralizado &lt;br /&gt;o entendimento. A mente foi afetada pela queda mas pode ser renovada em &lt;br /&gt;Cristo (Rm 12.2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Carne. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Quando o termo &lt;em&gt;carne&lt;/em&gt; significa natureza pecaminosa, refere-se &lt;br /&gt;também a um aspecto da natureza imaterial do homem. É completamente corrupta &lt;br /&gt;e não pode ser renovada, mas será erradicada na morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV. A QUEDA DO HOMEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A) Atitudes para com Gênesis 3:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O ponto de vista liberal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Uma lenda, um quadro geral de religião e moral à luz de um período &lt;br /&gt;posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O ponto de vista neo-ortodoxo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Mito, história primitiva, supra-história ou “mito verdadeiro”. Os &lt;br /&gt;barthianos consideram o relato não histórico mas sua realidade espiritual &lt;br /&gt;verdadeira; i.e., verdade sem fato (se isto for possível)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B) Prova:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A proibição de comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal &lt;br /&gt;era, em última instância, uma prova de obediência à vontade revelada de &lt;br /&gt;Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C) A queda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em primeiro lugar, satanás tentou fazer com que Eva duvidasse da bondade &lt;br /&gt;de Deus porque Ele lhes vedara acesso a uma árvore (Gn 3.1, “toda”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, satanás ofereceu a Eva um plano substituto, que permitia comer do &lt;br /&gt;fruto sem sofrer a penalidade (vv. 4,5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eva justificou antecipadamente seu ato de comer o fruto (v. 6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, Eva comeu e Adão a seguiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D) As penalidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sobre a serpente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Gn 3.14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sobre satanás. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;V.15 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a– Inimizade entre as hostes do mal e a descendência da mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– satanás teria permissão de infligir a Cristo uma ferida dolorosa mas não &lt;br /&gt;fatal (calcanhar). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c– satanás receberia uma ferida fatal (cabeça).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sobre Eva e as mulheres. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;V. 16 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a- Dor na concepção.              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– Submissão ao marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sobre Adão e os homens. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Vv.17-19 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a– Maldição sobre o solo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– Cansaço e fadiga no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sobre a raça. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Vv. 20-24 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a– Comunhão com Deus quebrada.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b– Morte física. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c– Expulsão do Éden.&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: “A Bíblia Anotada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/ANTROPOLOGIA-b1-p15.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>O arrebatamento</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T20:10:27Z</pubDate>
		<description>&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;ÚLTIMAS COISAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;O Arrebatamento, a Segunda Vinda e o &lt;br /&gt;Milênio&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;A escatologia é o aspecto da doutrina bíblica que lida &lt;br /&gt;com as “ultimas coisas” (do grego &lt;em&gt;eschatos, &lt;/em&gt;“final”). Em 1 Jo 2.18, &lt;br /&gt;João descreve os momento em que escreveu como sendo a “última hora”, &lt;br /&gt;evidenciando que ele, como em todas as gerações, vivia em expectativa &lt;br /&gt;imediata da segunda vinda de Cristo e via o seu tempo como um no qual a &lt;br /&gt;presente evidência parecia afirmar que a sua geração era mesmo a última. Não &lt;br /&gt;é uma atitude doentia: Cristo Jesus deseja que as pessoas aguardem &lt;br /&gt;ansiosamente a sua volta ( Mt 25.1-3; 2Tm 4.8).&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;João não aponta apenas para o avançado da hora da &lt;br /&gt;história como ele a vê; ele também se volta para o assunto do anticristo, um &lt;br /&gt;tema comumente discutido quando se estuda a escatologia. O espírito do &lt;br /&gt;anticristo, o arrebatamento da igreja, a grande tribulação, a restauração da &lt;br /&gt;nação de Israel e o reino milenar de Cristo na Terra estão todos ente os &lt;br /&gt;muitos assuntos que a Bíblia descreve como “últimas coisas”. A Bíblia &lt;br /&gt;claramente diz que essas coisas devem acontecer. Entretanto, o momento exato &lt;br /&gt;não está claro: em muitos casos não é dada a seqüência ou maneira correta do &lt;br /&gt;cumprimento de tais acontecimentos.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Este site não segue qualquer ponto de vista conclusivo em &lt;br /&gt;relação a esses assuntos popularmente discutidos. Pelo contrário, ele &lt;br /&gt;procura ajudar os companheiros cristãos a compreender o ponto de vista dos &lt;br /&gt;outros e a fim de auxiliar no diálogo e repudiar o fanatismo. Provavelmente &lt;br /&gt;não seja razoável para um cristão ser separado de outro na interpretação de &lt;br /&gt;coisas ainda futuras, coisas das quais não se pode saber o resultado final &lt;br /&gt;até que realmente ocorram. Tanto o arrebatamento da igreja (incluindo a &lt;br /&gt;segundo vinda de Cristo) quanto o milênio (ou o período de mil anos do reino &lt;br /&gt;de Cristo) são peças centrais no futuro profético. Honestidade em relação a &lt;br /&gt;esses dois acontecimentos, que são absolutamente certos nas Escrituras, &lt;br /&gt;mostra que não são absolutamente precisos em se designar uma época &lt;br /&gt;especifica ou método ou ordem definitiva de ocorrência.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;São apresentados três possibilidades, todas com base &lt;br /&gt;bíblicas, sobre a ordem das coisas dos últimos dias. Isto sugerem, que &lt;br /&gt;nenhuma dessas correntes é a correta, mas, que são teorias apenas. Portanto, &lt;br /&gt;não deve-se jamais discuti-las ou serem ensinadas como verdade absoluta.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;1. Amilenismo:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;(definição: Wayne &lt;br /&gt;Grudem)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira posição aqui explicada, o amilenismo, é realmente a mais simples.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Segundo essa posição, a passagem de Apocalipse 20.1-10 &lt;br /&gt;descreve a presente era da igreja. Trata-se de uma era em que a influência &lt;br /&gt;de Satanás sobre as nações sofre grande redução de modo que o evangelho pode &lt;br /&gt;ser pregado por todo o mundo. Aqueles que reinam com Cristo por mil anos são &lt;br /&gt;os cristãos que morreram e já estão reinando com Cristo no céu. O reino de &lt;br /&gt;Cristo no milênio, segundo esse ponto de vista, não é um reino físico aqui &lt;br /&gt;na terra, mas sim o reino celestial sobre o qual ele falou ao declarar: &lt;br /&gt;“Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18).&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Esse ponto de vista é chamado “amilenista” por sustentar &lt;br /&gt;que não existe nenhum milênio que ainda esteja por vir. Como os amilenistas &lt;br /&gt;crêem que Apocalipse 20 está-se cumprindo agora na era da igreja, sustentam &lt;br /&gt;que o “milênio” aqui descrito já está em curso no presente. A duração exata &lt;br /&gt;da era da igreja não pode ser conhecida, e a expressão “mil anos” é &lt;br /&gt;simplesmente uma figura de linguagem par um longo período em que os &lt;br /&gt;propósitos perfeitos de Deus vão se realizar.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;De acordo com essa posição, a presente era da igreja &lt;br /&gt;continuará até o tempo da volta de Cristo. Quando Cristo voltar, haverá &lt;br /&gt;ressurreição tanto de crentes como de incrédulos. Os crentes terão o corpo &lt;br /&gt;ressuscitado e unido novamente com o espírito e entrarão no pleno gozo do &lt;br /&gt;céu para sempre. Os incrédulos serão ressuscitados para enfrentar o &lt;br /&gt;julgamento final e a condenação eterna. Os crentes também comparecerão &lt;br /&gt;diante do tribunal de Cristo (2 Co 5.10), mas esse julgamento irá apenas &lt;br /&gt;determinar os graus de recompensa no céu, pois só os incrédulos serão &lt;br /&gt;condenados eternamente. Por esse tempo também começarão o novo céu e a nova &lt;br /&gt;terra. Imediatamente após o juízo final, o estado eterno terá início e &lt;br /&gt;permanecerá para sempre.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Esse esquema é bem simples porque nele todos os eventos &lt;br /&gt;dos tempos do fim ocorrem de uma só vez, imediatamente após a volta de &lt;br /&gt;Cristo. Alguns amilenistas dizem que Cristo pode voltar a qualquer momento, &lt;br /&gt;enquanto outros (como Berkhof) alegam que alguns sinais ainda não se &lt;br /&gt;cumpriram.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;2. Pós-milenismo:&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;definição: Wayne &lt;br /&gt;Grudem)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefixo pós significa “depois”. Segundo esse ponto de vista, Cristo &lt;br /&gt;voltará após o milênio. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Segundo esse ponto de vista, o avanço do evangelho e o &lt;br /&gt;crescimento da igreja se acentuarão de forma gradativa, de tal modo que uma &lt;br /&gt;proporção cada vez maior da população mundial se tornará cristã. Como &lt;br /&gt;conseqüência, haverá influências cristãs significativas na sociedade, esta &lt;br /&gt;funcionará mais e mais de acordo com os padrões de Deus e gradualmente virá &lt;br /&gt;uma “era milenar” de paz e justiça sobre a terra. Esse “milênio” durará um &lt;br /&gt;longo período (não necessariamente de mil anos literais) e, por fim, ao &lt;br /&gt;final desse período, Cristo voltará à terra, crentes e incrédulos será &lt;br /&gt;ressuscitados, ocorrerá o juízo final e haverá um novo céu e uma nova terra. &lt;br /&gt;Entraremos então no estado eterno.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;A característica principal do pós-milenismo é ser muito &lt;br /&gt;otimista acerca do poder do evangelho par mudar vidas e estabelecer o bem no &lt;br /&gt;mundo. A crença no pós-milenismo tende a aumentar em época em que a igreja &lt;br /&gt;experimenta grande avivamento, há ausência de guerras e conflitos &lt;br /&gt;internacionais e aparentemente se obtêm grandes avanços na vitória sobre o &lt;br /&gt;mal e sobre o sofrimento no mundo. Mas o pós0milenismo em sua forma mais &lt;br /&gt;responsável não se baseia simplesmente na observação dos eventos do mundo em &lt;br /&gt;nossa volta, mas em argumentos extraídos de várias passagens da Escrituras, &lt;br /&gt;as quais examinaremos abaixo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;3.Pré-milenismo: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;(defininção: Wayne &lt;br /&gt;Grudem)&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;a) Pré-milenismo clássico ou histórico:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prefixo “pré” significa “antes” e a posição pré-milenista diz que Cristo &lt;br /&gt;irá voltar antes do milênio. Esse ponto de vista é defendido desde os &lt;br /&gt;primeiros séculos do cristianismo. &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Segundo esse ponto de vista, a presente era da igreja &lt;br /&gt;continuará até que, com a proximidade do fim, venha sobre a terra um período &lt;br /&gt;de grande tribulação e sofrimento. Depois desse período de tribulação no &lt;br /&gt;final da era da igreja, Cristo voltará à terra estabelecer um reino milenar. &lt;br /&gt;Quando ele voltar, os crentes que tiverem morrido serão ressuscitados, terão &lt;br /&gt;o corpo reunido ao espírito, e esses crentes reinarão com Cristo sobre a &lt;br /&gt;terra por mil anos. (Alguns pré-milenistas o consideram mil anos literais, &lt;br /&gt;enquanto outros o entendem como expressão simbólica para um período longo.) &lt;br /&gt;Durante esse tempo, Cristo estará fisicamente presente sobre a terra em seu &lt;br /&gt;corpo ressurreto e dominará como Rei sobre toda a terra. Os crentes &lt;br /&gt;ressuscitados e os que estiverem sobre a terra quando Cristo voltar &lt;br /&gt;receberão o corpo glorificado da ressurreição, que nunca morrerá, e nesse &lt;br /&gt;corpo da ressurreição viverão sobre a terra e reinarão com Cristo. Quanto &lt;br /&gt;aos incrédulos que restarem sobre a terra, muitos (mas não todos) se &lt;br /&gt;converterão a Cristo e serão salvos. Jesus reinará em perfeita justiça e &lt;br /&gt;haverá paz por toda a terra. Muitos pré-milenistas sustentam que a terra &lt;br /&gt;será renovada e veremos de fato o  novo céu e a nova terra durante esse &lt;br /&gt;período (mas a fidelidade a esse ponto não é essencial ao pré-milenismo, &lt;br /&gt;pois é possível ser pré-milenista e sustentar que o novo céu e a nova terra &lt;br /&gt;virão só depois do juízo final). No início desse tempo, Satanás será preso e &lt;br /&gt;lançado no abismo, de modo que não terá influência sobre a terra durante o &lt;br /&gt;milênio no abismo, de modo que não terá influência sobre a terra durante o &lt;br /&gt;milênio (Ap 20.1-3).&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;De acordo com o ponto de vista pré-milenista, no final &lt;br /&gt;dos mil anos Satanás será solto do abismo e unirá as forças com muitos &lt;br /&gt;incrédulos que se submeteram externamente ao reinado de Cristo, mas por &lt;br /&gt;dentro revolvem-se em revolta contra ele. Satanás reunirá esse povo rebelde &lt;br /&gt;para batalhar contra Cristo, mas serão derrotados definitivamente. Cristo &lt;br /&gt;então ressuscitará todos os incrédulos que tiverem morrido ao longo da &lt;br /&gt;história, e esses comparecerão diante dele para o julgamento final. Uma vez &lt;br /&gt;realizado o juízo final, os crentes entrarão no estrado eterno.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Parece que o pré-milenismo tende a crescer em &lt;br /&gt;popularidade à medida que a igreja experimenta perseguição e o sofrimento e &lt;br /&gt;o mal aumentam sobre a terra. Mas, assim como no caso do pós-milenismo, os &lt;br /&gt;argumentos a favor do pré-milenismo não se baseiam em observação de eventos &lt;br /&gt;correntes, mas em passagens específicas das Escrituras, especialmente (mas &lt;br /&gt;não exclusivamente) Apocalipse 20.1-10.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;b) Pré-milenismo pré-tribulacionista (ou &lt;br /&gt;pré-milenismo dispensacionalista)&lt;/em&gt;:&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra variedade de pré-milenismo conquistou ampla popularidade nos séculos &lt;br /&gt;XIX e XX, em especial no Reino Unido e nos Estado Unidos. Segundo essa &lt;br /&gt;posição, Cristo voltará não só antes do milênio (a volta de Cristo é &lt;br /&gt;pré-milenar), mas também ocorrerá antes da grande tribulação (a volta de &lt;br /&gt;Cristo é pré-tribulacional). Esse ponto de visa é semelhante à posição &lt;br /&gt;pré-milenista clássica mencionada acima, mas com uma importante diferença: &lt;br /&gt;acrescenta outra volta de Cristo antes de sua vinda para reinar sobre a &lt;br /&gt;terra no milênio. Essa volta é vista como um retorno secreto de Cristo para &lt;br /&gt;tirar os crentes do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo esse ponto de vista, a era da igreja continuará até que, de repente, &lt;br /&gt;de maneira inesperada e secreta, Cristo chegará a meio caminho da terra e &lt;br /&gt;chamará para si os crentes: “...os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; &lt;br /&gt;depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com &lt;br /&gt;eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares” (1Ts 4.16-17). &lt;br /&gt;Cristo então retornará ao céu com os crentes arrebatados da terra. Quando &lt;br /&gt;isso acontecer, haverá uma grande tribulação sobre a terra por um período de &lt;br /&gt;sete anos.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Durante esse período de sete anos de tribulação, &lt;br /&gt;cumprir-se-ão muitos dos sinais que, segundo predições, precederiam a volta &lt;br /&gt;de Cristo. O grande ajuntamento da plenitude dos judeus ocorrerá à medida &lt;br /&gt;que eles aceitarem Cristo como o Messias. Em meio ao grande sofrimento &lt;br /&gt;haverá também muita evangelização eficaz, realizada em especial pelos novos &lt;br /&gt;cristãos judeus. Ao final da tribulação, Cristo voltará com os seus santos &lt;br /&gt;para reinar sobre a terra por mil anos. Depois desse período milenar haverá &lt;br /&gt;uma rebelião que resultará na derrota final de Satanás e suas forças, e &lt;br /&gt;então virá a ressurreição dos incrédulos, o último julgamento e o começo do &lt;br /&gt;estado eterno.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot; color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Deve-se mencionar outra característica do pré-milenismo &lt;br /&gt;pré-tribulacionista: essa postura se encontra quase exclusivamente entre os &lt;br /&gt;dispensacionalistas que desejam fazer distinção clara entre a igreja a &lt;br /&gt;Israel. Essa posição pré-tribulacionista permite que a distinção seja &lt;br /&gt;mantida, uma vez que a igreja é retirada do mundo antes da conversão geral &lt;br /&gt;do povo judeu. Esse povo judeu, portanto, permanecerá um grupo distinto da &lt;br /&gt;igreja. Outra característica do pré-milenismo pré-tribulacionista é sua &lt;br /&gt;insistência em interpretar as profecias bíblicas “literalmente sempre que &lt;br /&gt;possível”. Isso se aplica em especial a profecias do Antigo testamento &lt;br /&gt;acerca de Israel. Os que defendem essa posição argumentam que essas &lt;br /&gt;profecias da futura bênção de Deus a Israel ainda irão se cumprir entre o &lt;br /&gt;próprio povo judeu; elas não devem ser “espiritualizadas”, tentando-se ver o &lt;br /&gt;seu cumprimento na igreja. Por fim, uma característica atraente do &lt;br /&gt;pré-milenismo pré-tribulacionista é que ele permite às pessoas insistir em &lt;br /&gt;dizer que a volta de Cristo pode ocorrer “a qualquer momento” e, por essa &lt;br /&gt;razão, fazem justiça ao significado pleno das passagens que nos incentivam a &lt;br /&gt;estarmos prontos para a volta de Cristo, ao mesmo tempo que ainda admite um &lt;br /&gt;cumprimento bem literal dos sinais que precedem a sua volta, pois diz que &lt;br /&gt;lês se darão durante a tribulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/O-arrebatamento-b1-p14.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Milagres de Jesus</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T18:55:15Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;&lt;u&gt;MILAGRES DE JESUS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size=&quot;2&quot; color=&quot;#555555&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;01- Transformação de Água em Vinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;João 2.1-11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02 - Cura do filho do Oficial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;João 4.46-54&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03 - Cura do paralítico de Betesda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;João 5.1-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04 - Primeira Pesca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 5.1-11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05 - Libertação do Endemoninhado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Marcos 1.23-28; Lucas 4.31-36&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06 - Cura da sogra de Pedro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 8.14,15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38,39&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;07 - Purificação do leproso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 8.2-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08 - Cura do paralítico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 9.2-8; Marcos 2.3-12; Lucas 5.18-26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;09 - Cura da mão ressequida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 12.9-13; Marcos 3.1-5; Lucas 6.6-10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 - Cura do criado do centurião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11 - Ressurreição do filho da viúva de Naim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 7.11-15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12 - Cura de um endemoninhado mudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 12.22 e Lucas 11.14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13 - Acalma a tempestade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 8.18,23-27; Marcos 4.35-41; Lucas 8.22-25&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14 - Cura do endemoninhado geraseno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 8.28-33; Marcos 5.1-14; Lucas 8.26-39&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15 - Cura da mulher enferma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16 - Ressurreição da filha de Jairo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 9.18, 23-26; Marcos 5.22-24, 35-43; Lucas 8.41,42,49-56&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17 - Cura de dois cegos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 9.27-31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18 - Cura do mudo endemoninhado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 9.32,33&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;19 - Primeira multiplicação de pães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 14.14-21; Marcos 6.34-44; Lucas 9.12-17; João 6.5-13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;20 - Anda sobre as águas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 14.24-33; Marcos 6.45-52; João 6.16-21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;21 - Cura da filha da Cananéia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 15.21-28; Marcos 7.24-30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;22 - Cura de um surdo e gago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Marcos 7.31-37&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;23 - Segunda multiplicação de pães&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 15.32-39; Marcos 8.1-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;24 - Cura do cego de Betsaida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Marcos 8.22-26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;25 - Cura do jovem possesso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 17.14-18; Marcos 9.14-29; Lucas 9.38-42&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;26 - Pagamento do Imposto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 17.24-27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27 - Cura de um cego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;João 9.1-7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28 - Cura de uma mulher enferma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 13.10-17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;29 - Cura de um hidrópico &lt;/strong&gt;(&lt;/font&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Acumulação &lt;br /&gt;anormal de líquido seroso em tecidos ou em cavidade do corpo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 14.1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;30 - Ressurreição de Lázaro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;João 11.17-44&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;31 - Cura dos leprosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 17.11-19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;32 - Cura do cego Bartimeu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;33 - A figueira é amaldiçoada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mateus 21.18,19; Marcos 11.12-14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;34 - Restauração da orelha de Malco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Lucas 22.49-51; João 18.10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;35 - Segunda grande pesca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;João 21.1-11&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Milagres-de-Jesus-b1-p13.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Arqueologia bíblica</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T18:49:25Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;ARQUEOLOGIA BÍBLICA&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Natureza e o Propósito da Arqueologia Bíblica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A palavra arqueologia vem de duas palavras gregas, &lt;em&gt;archaios e logos,&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;que significam literalmente “um estudo das coisas antigas”. No entanto, &lt;br /&gt;o termo se aplica, hoje, ao estudo de materiais escavados pertencentes a &lt;br /&gt;eras anteriores. A arqueologia bíblica pode ser definida como um exame de &lt;br /&gt;artefatos antigos outrora perdidos e hoje recuperados e que se relacionam ao &lt;br /&gt;estudo das Escrituras e à caracterização da vida nos tempos bíblicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arqueologia é basicamente uma ciência. O conhecimento neste campo se obtém &lt;br /&gt;pela observação e estudo sistemáticos, e os fatos descobertos são avaliados &lt;br /&gt;e classificados num conjunto organizado de informações. A arqueologia é &lt;br /&gt;também uma ciência composta, pois busca auxílio em muitas outras ciências, &lt;br /&gt;tais como a química, a antropologia e a zoologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, alguns objetos de investigação arqueológica (tais como &lt;br /&gt;obeliscos, tempos egípcios e o Partenon em Atenas) jamais foram “perdidos”, &lt;br /&gt;mas talvez algum conhecimento de sua forma e/ou propósito originais, bem &lt;br /&gt;como o significado de inscrições neles encontradas, tenha se perdido.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Funções da Arqueologia Bíblica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A arqueologia auxilia-nos a compreender a Bíblia. Ela revela como era a &lt;br /&gt;vida nos tempos bíblicos, o que passagens obscuras da Bíblia realmente &lt;br /&gt;significam, e como as narrativas históricas e os contextos bíblicos devem &lt;br /&gt;ser entendidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Arqueoloia também ajuda a confirmar a exatidão de textos bíblicos e o &lt;br /&gt;conteúdo das Escrituras. Ela tem mostrado a falsidade de algumas teorias de &lt;br /&gt;interpretação da Bíblia. Tem auxiliado a estabelecer a exatidão dos &lt;br /&gt;originais gregos e hebraicos e a demonstrar que o texto bíblico foi &lt;br /&gt;transmitido com um alto grau de exatidão. Tem confirmado também a exatidão &lt;br /&gt;de muitas passagens das Escrituras, como, por exemplo, afirmações sobre &lt;br /&gt;numerosos reis e toda a narrativa dos patriarcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deve ser dogmático, todavia, em declarações sobre as confirmações da &lt;br /&gt;arqueologia, pois ela também cria vários problemas para o estudante da &lt;br /&gt;Bíblia. Por exemplo: relatos recuperados na Babilônia e na Suméria &lt;br /&gt;descrevendo a criação e o dilúvio de modo notavelmente semelhante ao relato &lt;br /&gt;bíblico deixaram perplexos os eruditos bíblicos. Há ainda o problema de &lt;br /&gt;interpretar o relacionamento entre os textos recuperados em Ras Shamra (uma &lt;br /&gt;localidade na Síria) e o Código Mosaico. Pode-se, todavia, confiantemente &lt;br /&gt;crer que respostas a tais problemas virão com o tempo. Até o presente não &lt;br /&gt;houve um caso sequer em que a arqueologia tenha demonstrado definitiva e &lt;br /&gt;conclusivamente que a Bíblia estivesse errada!&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;Por Que Antigas Cidades e Civilizações Desapareceram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Sabemos que muitas civilizações e cidades antigas desapareceram como &lt;br /&gt;resultado do julgamento de Deus. A Bíblia está repleta de tais indicações. &lt;br /&gt;Algumas explicações naturais, todavia, também devem ser brevemente &lt;br /&gt;observadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cidades eram geralmente construídas em lugares de fácil defesa, onde &lt;br /&gt;houvesse boa quantidade de água e próximo a rotas comerciais importantes. &lt;br /&gt;Tais lugares eram extremamente raros no Oriente Médio antigo. Assim, se &lt;br /&gt;alguma catástrofe produzisse a destruição de uma cidade, a tendência era &lt;br /&gt;reconstruir na mesma localidade. Uma cidade podia ser amplamente destruída &lt;br /&gt;por um terremoto ou por uma invasão. Fome ou pestes podiam despovoar &lt;br /&gt;completamente uma cidade ou território. Nesta última circunstância, os &lt;br /&gt;habitantes poderiam concluir que os deuses haviam lançado sobre o local uma &lt;br /&gt;maldição, ficando assim temerosos de voltar. Os locais de cidades &lt;br /&gt;abandonadas reduziam-se rapidamente a ruínas. E quando os antigos habitantes &lt;br /&gt;voltavam, ou novos moradores chegavam à região, o hábito normal era &lt;br /&gt;simplesmente aplainar as ruínas e construir uma nova cidade. Formava-se, &lt;br /&gt;assim, pequenos morros ou taludes, chamados de &lt;em&gt;tell&lt;/em&gt;, com muitas &lt;br /&gt;camadas superpostas de habitação. Às vezes, o suprimento de água se &lt;br /&gt;esgotava, rios mudavam de curso, vias comerciais eram redirecionadas ou os &lt;br /&gt;ventos da política sopravam noutra direção - o que resultava no permanente &lt;br /&gt;abandono de um local.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Escavação de um Sítio Arqueológico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O arqueólogo bíblico pode ser dedicar à escavação de um sítio &lt;br /&gt;arqueológico por várias razões. Se o talude que ele for estudar &lt;br /&gt;reconhecidamente cobrir uma localidade bíblica, ele provavelmente procurará &lt;br /&gt;descobrir as camadas de ocupações relevantes à narrativa bíblica. Ele pode &lt;br /&gt;estar procurando uma cidade que se sabe ter existido mas ainda não foi &lt;br /&gt;positivamente identificada. Talvez procure resolver dúvidas relacionadas à &lt;br /&gt;proposta identificação de um sítio arqueológico. Possivelmente estará &lt;br /&gt;procurando informações concernentes a personagens ou fatos da história &lt;br /&gt;bíblica que ajudarão a esclarecer a narrativa bíblica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que o escavador tenha escolhido o local de sua busca, e tenha feito &lt;br /&gt;os acordos necessários (incluindo permissões governamentais, financiamento, &lt;br /&gt;equipamento e pessoal), ele estará pronto para começar a operação. Uma &lt;br /&gt;exploração cuidadosa da superfície é normalmente realizada em primeiro &lt;br /&gt;lugar, visando saber o que for possível através de pedaços de cerâmica ou &lt;br /&gt;outros artefatos nela encontrados, verificar se certa configuração de solo &lt;br /&gt;denota a presença dos resto de alguma edificação, ou descobrir algo da &lt;br /&gt;história daquele local. Faz-se, sem seguida, uma mapa do contorno do talude &lt;br /&gt;e escolhe-se o setor (ou setores) a ser (em) escavado (s) durante uma sessão &lt;br /&gt;de escavações. Esses setores são geralmente divididos em subsetores de um &lt;br /&gt;metro quadrado para facilitar a rotulação das descobertas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Arqueologia e o Texto da Bíblia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Embora a maioria das pessoas pense em grandes monumentos e peças de &lt;br /&gt;museu e em grandes feitos de reis antigos quando se faz menção da &lt;br /&gt;arqueologia bíblica, cresce o conhecimento de que inscrições e manuscritos &lt;br /&gt;também têm uma importante contribuição ao estudo da Bíblia. Embora no &lt;br /&gt;passado a maior parte do trabalho arqueológico estivesse voltada para a &lt;br /&gt;história bíblica, hoje ela se volta crescentemente para o texto da Bíblia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo intensivo de mais de 3.000 manuscritos do Novo Testamento (N.T.) &lt;br /&gt;grego, datados do segundo século da era cristão em diante, tem demonstrado &lt;br /&gt;que o N.T. foi notavelmente bem preservado em sua transmissão desde o &lt;br /&gt;terceiro século até agora. Nem uma doutrina foi pervertida. Westcott e Hort &lt;br /&gt;concluíram que apenas &lt;em&gt;uma palavra em cada mil&lt;/em&gt; do N.T. em grego possui &lt;br /&gt;uma dúvida quanto à sua genuinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é provar que o texto do N.T. foi notavelmente preservado a partir &lt;br /&gt;do segundo e terceiro séculos; coisa bem diferente é demonstrar que os &lt;br /&gt;evangelhos, por exemplo, não evoluíram até sua forma presente ao longo dos &lt;br /&gt;primeiros séculos da era cristã, ou que Cristo não foi gradativamente &lt;br /&gt;divinizado pela lenda cristã. Na virada do século XX uma nova ciência surgiu &lt;br /&gt;e ajudou a provar que nem os Evangelhos e nem a visão cristã de Cristo &lt;br /&gt;sofreram evoluções até chegarem à sua forma atual. B. P. Grenfell e A. S. &lt;br /&gt;Hunt realizaram escavações no distrito de Fayun, no Egito (1896-1906), e &lt;br /&gt;descobriram grandes quantidades de papiros, dando início à ciência da &lt;br /&gt;papirologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os papiros, escritos numa espécie de papel grosseiro feito com as fibras de &lt;br /&gt;juncos do Egito, incluíam uma grande variedade de tópicos apresentados em &lt;br /&gt;várias línguas. O número de fragmentos de manuscritos que contêm porções do &lt;br /&gt;N.T. chega hoje a 77 papiros. Esses fragmentos ajudam a confirmar o texto &lt;br /&gt;feral encontrado nos manuscritos maiores, feitos de pergaminho, datados do &lt;br /&gt;quarto século em diante, ajudando assim a forma uma ponte mais confiável &lt;br /&gt;entre os manuscritos mais recentes e os originais.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O impacto da papirologia sobre os estudos bíblicos foi &lt;br /&gt;fenomenal. Muitos desses papiros datam dos primeiros três séculos da era &lt;br /&gt;cristã. Assim, é possível estabelecer o desenvolvimento da gramática nesse &lt;br /&gt;período, e, com base no argumento da gramática histórica, datar a composição &lt;br /&gt;dos livros do N.T. no primeiro século da era cristã. Na verdade, um &lt;br /&gt;fragmento do Evangelho de João encontrado no Egito pode ser &lt;br /&gt;paleograficamente datado de aproximadamente 125 AD! Descontado um certo &lt;br /&gt;tempo para o livro entrar em circulação, deve-se atribuir ao quarto &lt;br /&gt;Evangelho uma data próxima do fim do primeiro século - é exatamente isso que &lt;br /&gt;a tradição cristã conservadora tem atribuído a ele. Ninguém duvida que os &lt;br /&gt;outros três Evangelhos são um pouco anteriores ao de João. Se os livros do &lt;br /&gt;N.T. foram produzidos durante o primeiro século, foram escrito bem próximo &lt;br /&gt;dos eventos que registram e não houve tempo de ocorrer qualquer &lt;br /&gt;desenvolvimento evolutivo.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Todavia, a contribuição dessa massa de papiros de todo &lt;br /&gt;tipo não pára aí. Eles demonstram que o grego do N.T. não era um tipo de &lt;br /&gt;linguagem inventada pelos seus autores, como se pensava antes. Ao contrário, &lt;br /&gt;era, de modo geral, a língua do povo dos primeiros séculos da era cristã. &lt;br /&gt;Menos de 50 palavras em todo o N.T. foram cunhadas pelo apóstolos. Além &lt;br /&gt;disso, os papiros demonstraram que a gramática do N.T. grego era de boa &lt;br /&gt;qualidade, se julgada pelos padrões gramaticais do primeiro século, não &lt;br /&gt;pelos do período clássico da língua grega. Além do mais, os papiros gregos &lt;br /&gt;não-bíblicos ajudaram a esclarecer o significado de palavras bíblicas cujas &lt;br /&gt;compreensão ainda era duvidosa, e lançaram nova luz sobre outras que já eram &lt;br /&gt;bem entendidas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Até recentemente, o manuscrito hebraico do Antigo &lt;br /&gt;Testamento (A.T.) de tamanho considerável mais antigo era datado &lt;br /&gt;aproximadamente do ano 900 da era cristã, e o A.T. completo era cerca de um &lt;br /&gt;século mais recente. Então, no outono de 1948, os mundos religioso e &lt;br /&gt;acadêmico foram sacudidos com o anúncio de que um antigo manuscrito de &lt;br /&gt;Isaías fora encontrado numa caverna próxima à extremidade noroeste do mar &lt;br /&gt;Morto. Desde então um total de 11 cavernas da região têm cedido ao mundo os &lt;br /&gt;seus tesouros de rolos e fragmentos. Dezenas de milhares de fragmentos de &lt;br /&gt;couro e alguns de papiro forma ali recuperado. Embora a maior parte do &lt;br /&gt;material seja extrabíblico, cerva de cem manuscritos (em sua maioria &lt;br /&gt;parciais) contêm porções das Escrituras. Até aqui, todos os livros do A.T., &lt;br /&gt;exceto Éster, estão representados nas descobertas. Como se poderia esperar, &lt;br /&gt;fragmentos dos livros mais freqüentemente citados no N.T. também são mais &lt;br /&gt;comuns em Qumran (o local das descobertas). Esses livros são Deuteronômio, &lt;br /&gt;Isaías e Salmos. Os rolos de livros bíblicos que ficaram melhor preservados &lt;br /&gt;e têm maior extensão são dois de Isaías, um de Salmos e um de Levítico.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;O significado dos Manuscritos do Mar Morto é tremendo. &lt;br /&gt;Eles fizeram recuar em mais de mil anos a história do texto do A.T. (depois &lt;br /&gt;de muito debate, a data dos manuscritos de Qumran foi estabelecida como os &lt;br /&gt;primeiros séculos AC e AD). Eles oferecem abundante material crítico para &lt;br /&gt;pesquisa no A.T., comparável ao de que já dispunham há muito tempo os &lt;br /&gt;estudiosos do N.T. Além disso, os Manuscritos do Mar Morto oferecem um &lt;br /&gt;referencial mais adequado para o N.T., demonstrando, por exemplo, que o &lt;br /&gt;Evangelho de João foi escrito dentro de um contexto essencialmente judaico, &lt;br /&gt;e não grego, como era freqüentemente postulado pelos estudiosos. E ainda, &lt;br /&gt;ajudaram a confirma a exatidão do texto do A.T. A Septuaginta, comprovaram &lt;br /&gt;os Manuscritos do Mar Morto, é bem mais exata do que comumente se pensa. Por &lt;br /&gt;fim, os rolos de Qumran nos ofereceram novo material para auxiliar na &lt;br /&gt;determinação do sentido de certas palavras hebraicas.&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;Obs&lt;font face=&quot;Verdana&quot;&gt;.:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A.T. = Antigo Testamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N.T. = Novo Testamento&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: “ A Bíblia Anotada&lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;1&quot;&gt;”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Arqueologia-biblica-b1-p12.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Estudo Almeida a obra de uma vida!</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-24T18:45:39Z</pubDate>
		<description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: overline&quot;&gt;Almeida: A obra de uma vida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;João Ferreira de Alm&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;eida, &lt;br /&gt;conhecido pela autoria de uma das mais lidas traduções da Bíblia em &lt;br /&gt;português, ele teve uma vida movimentada e morreu sem terminar a tarefa que &lt;br /&gt;abraçou ainda muito jovem. Entre a grande maioria dos evangélicos do Brasil, &lt;br /&gt;o nome de João Ferreira de Almeida está intimamente ligado às Escrituras &lt;br /&gt;Sagradas. Afinal, é ele o autor (ainda que não o único) da tradução da &lt;br /&gt;Bíblia mais usada e apreciada pelos protestantes brasileiros. Disponível &lt;br /&gt;aqui em duas versões publicadas pela Sociedade Bíblica do Brasil - a Edição &lt;br /&gt;Revista e Corrigida e a Edição Revista e Atualizada - a tradução de Almeida &lt;br /&gt;é a preferida de mais de 60% dos leitores evangélicos das Escrituras no &lt;br /&gt;País, segundo pesquisa promovida por A Bíblia no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Se a obra é largamente &lt;br /&gt;conhecida, o mesmo não se pode dizer a respeito do autor. Pouco, ou quase &lt;br /&gt;nada, se tem falado a respeito deste português da cidade de Torres de &lt;br /&gt;Tavares, que morreu há 300 anos na Batávia (atual ilha de Java, Indonésia). &lt;br /&gt;O que se conhece hoje da vida de Almeida está registrado na &amp;quot;Dedicatória&amp;quot; de &lt;br /&gt;um de seus livros e nas atas dos presbitérios de Igrejas Reformadas do &lt;br /&gt;Sudeste da Ásia, para as quais trabalhou como pastor, missionário e &lt;br /&gt;tradutor, durante a segunda metade do século XVII.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;De acordo com esses &lt;br /&gt;registros, em 1642, aos 14 anos, João Ferreira de Almeida teria deixado &lt;br /&gt;Portugal para viver em Málaca (Malásia). Ele havia ingressado no &lt;br /&gt;protestantismo, vindo do catolicismo, e transferia-se com o objetivo de &lt;br /&gt;trabalhar na Igreja Reformada Holandesa local. Dois anos depois, começou a &lt;br /&gt;traduzir para o português, por iniciativa própria, parte dos Evangelhos e &lt;br /&gt;das Cartas do Novo Testamento em espanhol. Além da Versão Espanhola, Almeida &lt;br /&gt;usou como fontes nessa tradução as Versões Latina (de Beza), Francesa e &lt;br /&gt;Italiana - todas elas traduzidas do grego e do hebraico. Terminada em 1645, &lt;br /&gt;essa tradução de Almeida não foi publicada. Mas o tradutor fez cópias à mão &lt;br /&gt;do trabalho, as quais foram mandadas para as congregações de Málaca, Batávia &lt;br /&gt;e Ceilão (hoje Sri Lanka). Mais tarde, Almeida tornou-se membro do &lt;br /&gt;Presbitério de Málaca, depois de escolhido como capelão e diácono daquela &lt;br /&gt;congregação.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;No tempo de Almeida, um &lt;br /&gt;tradutor para a língua portuguesa era muito útil para as igrejas daquela &lt;br /&gt;região. Além de o português ser o idioma comumente usado nas congregações, &lt;br /&gt;era o mais falado em muitas partes da Índia e do Sudeste da Ásia. &lt;br /&gt;Acredita-se, no entanto, que o português empregado por Almeida tanto em &lt;br /&gt;pregações como na tradução da Bíblia fosse bastante erudito e, portanto, &lt;br /&gt;difícil de entender para a maioria da população. Essa impressão é reforçada &lt;br /&gt;por uma declaração dada por ele na Batávia, quando se propôs a traduzir &lt;br /&gt;alguns sermões, segundo palavras, &amp;quot;para a língua portuguesa adulterada, &lt;br /&gt;conhecida desta congregação.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;O tradutor permaneceu em &lt;br /&gt;Málaca até 1651, quando se transferiu para o Presbitério da Batávia, na &lt;br /&gt;cidade de Djacarta. Lá, foi aceito mais uma vez como capelão, começou a &lt;br /&gt;estudar teologia e, durante os três anos seguintes, trabalhou na revisão da &lt;br /&gt;tradução das partes do Novo Testamento feita anteriormente. Depois de passar &lt;br /&gt;por um exame preparatório e de ter sido aceito como candidato ao pastorado, &lt;br /&gt;Almeida acumulou novas tarefas: dava aulas de português a pastores, traduzia &lt;br /&gt;livros e ensinava catecismo a professores de escolas primárias. Em 1656, &lt;br /&gt;ordenado pastor, foi indicado para o Presbitério do Ceilão, para onde seguiu &lt;br /&gt;com um colega, chamado Baldaeus.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Ao que tudo indica, esse &lt;br /&gt;foi o período mais agitado da vida do tradutor. Durante o pastorado em Galle &lt;br /&gt;(Sul do Ceilão), Almeida assumiu uma posição tão forte contra o que ele &lt;br /&gt;chamava de &amp;quot;superstições papistas,&amp;quot; que o governo local resolveu apresentar &lt;br /&gt;uma queixa a seu respeito ao governo de Batávia (provavelmente por volta de &lt;br /&gt;1657). Entre 1658 e 1661, época em que foi pastor em Colombo, ele voltou a &lt;br /&gt;enfrentar problemas com o governo, o qual tentou, sem sucesso, impedi-lo de &lt;br /&gt;pregar em português. O motivo dessa medida não é conhecido, mas supõe-se que &lt;br /&gt;estivesse novamente relacionado com as idéias fortemente anti-católicas do &lt;br /&gt;tradutor.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;A passagem de Almeida &lt;br /&gt;por Tuticorin (Sul da Índia), onde foi pastor por cerca de um ano, também &lt;br /&gt;parece não ter sido das mais tranqüilas. Tribos da região negaram-se a ser &lt;br /&gt;batizadas ou ter seus casamentos abençoados por ele. De acordo com seu amigo &lt;br /&gt;Baldaeus, o fato aconteceu porque a Inquisição havia ordenado que um retrato &lt;br /&gt;de Almeida fosse queimado numa praça pública em Goa.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Foi também durante a &lt;br /&gt;estada no Ceilão que, provavelmente, o tradutor conheceu sua mulher e casou &lt;br /&gt;-se. Vinda do catolicismo romano para o protestantismo, como ele, chamava-se &lt;br /&gt;Lucretia Valcoa de Lemmes (ou Lucrecia de Lamos). Um acontecimento curioso &lt;br /&gt;marcou o começo de vida do casal: numa viagem através do Ceilão, Almeida e &lt;br /&gt;Dona Lucretia foram atacados por um elefante e escaparam por pouco da morte. &lt;br /&gt;Mais tarde, a família completou-se, com o nascimento de um menino e de uma &lt;br /&gt;menina.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;A partir de 1663 (dos 35 &lt;br /&gt;anos de idade em diante, portanto), Almeida trabalhou na congregação de fala &lt;br /&gt;portuguesa da Batávia, onde ficou até o final da vida. Nesta nova fase, teve &lt;br /&gt;uma intensa atividade como pastor. Os registros a esse respeito mostram &lt;br /&gt;muito de suas idéias e personalidade. Entre outras coisas, Almeida conseguiu &lt;br /&gt;convencer o presbitério de que a congregação que dirigia deveria ter a sua &lt;br /&gt;própria cerimônia da Ceia do Senhor. Em outras ocasiões, propôs que os &lt;br /&gt;pobres que recebessem ajuda em dinheiro da igreja tivessem a obrigação de &lt;br /&gt;freqüentá-la e de ir às aulas de catecismo. Também se ofereceu para visitar &lt;br /&gt;os escravos da Companhia das Índias nos bairros em que moravam, para lhes &lt;br /&gt;dar aulas de religião - sugestão que não foi aceita pelo presbitério - e, &lt;br /&gt;com muita freqüência, alertava a congregação a respeito das &amp;quot;influências &lt;br /&gt;papistas.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Ao mesmo tempo, retomou &lt;br /&gt;o trabalho de tradução da Bíblia, iniciado na juventude. Foi somente então &lt;br /&gt;que passou a dominar a língua holandesa e a estudar grego e hebraico. Em &lt;br /&gt;1676, Almeida comunicou ao presbitério que o Novo Testamento estava pronto. &lt;br /&gt;Aí começou a batalha do tradutor para ver o texto publicado - ele sabia que &lt;br /&gt;o presbitério não recomendaria a impressão do trabalho sem que fosse &lt;br /&gt;aprovado por revisores indicados pelo próprio presbitério. E também que, sem &lt;br /&gt;essa recomendação, não conseguiria outras permissões indispensáveis para que &lt;br /&gt;o fato se concretizasse: a do Governo da Batávia e a da Companhia das Índias &lt;br /&gt;Orientais, na Holanda.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Escolhidos os revisores, &lt;br /&gt;o trabalho começou e foi sendo desenvolvido vagarosamente. Quatro anos &lt;br /&gt;depois, irritado com a demora, Almeida resolveu não esperar mais - mandou o &lt;br /&gt;manuscrito para a Holanda por conta própria, para ser impresso lá. Mas o &lt;br /&gt;presbitério conseguiu parar o processo, e a impressão foi interrompida. &lt;br /&gt;Passados alguns meses, depois de algumas discussões e brigas, quando o &lt;br /&gt;tradutor parecia estar quase desistindo de apressar a publicação de seu &lt;br /&gt;texto, cartas vindas da Holanda trouxeram a notícia de que o manuscrito &lt;br /&gt;havia sido revisado e estava sendo impresso naquele país.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Em 1681, a primeira &lt;br /&gt;edição do Novo Testamento de Almeida finalmente saiu da gráfica. Um ano &lt;br /&gt;depois, ela chegou à Batávia, mas apresentava erros de tradução e revisão. O &lt;br /&gt;fato foi comunicado às autoridades da Holanda e todos os exemplares que &lt;br /&gt;ainda não haviam saído de lá foram destruídos, por ordem da Companhia das &lt;br /&gt;Índias Orientais. As autoridades Holandesas determinaram que se fizesse o &lt;br /&gt;mesmo com os volumes que já estavam na Batávia. Pediram também que se &lt;br /&gt;começasse, o mais rápido possível, uma nova e cuidadosa revisão do texto.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Verdana&quot;&gt;Apesar das ordens &lt;br /&gt;recebidas da Holanda, nem todos os exemplares recebidos na Batávia foram &lt;br /&gt;destruídos. Alguns deles foram corrigidos à mão e enviados às congregações &lt;br /&gt;da região (um desses volumes pode ser visto hoje no Museu Britânico, em &lt;br /&gt;Londres). O trabalho de revisão e correção do Novo Testamento foi iniciado e &lt;br /&gt;demorou dez longos anos para ser terminado. Somente após a morte de Almeida, &lt;br /&gt;em 1693, é que essa segunda versão foi impressa, na própria Batávia, e &lt;br /&gt;distribuída.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;    &lt;/font&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot; size=&quot;2&quot;&gt;&lt;font face=&quot;Verdana&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt&quot;&gt;Enquanto progredia a revisão do Novo &lt;br /&gt;Testamento, Almeida começou a trabalhar com o Antigo Testamento. Em 1683, &lt;br /&gt;ele completou a tradução do Pentateuco (os cinco primeiros livros do Antigo &lt;br /&gt;Testamento). Iniciou-se, então, a revisão desse texto, e a situação que &lt;br /&gt;havia acontecido na época da revisão do Novo Testamento, com muita demora e &lt;br /&gt;discussão, acabou se repetindo. Já com a saúde prejudicada - pelo menos &lt;br /&gt;desde 1670, segundo os registros—, Almeida teve sua carga de trabalho na &lt;br /&gt;congregação diminuída e pôde dedicar mais tempo à tradução. Mesmo assim, não &lt;br /&gt;conseguiu acabar a obra à qual havia dedicado a vida inteira. Em 1691, no &lt;br /&gt;mês de outubro, Almeida morreu. Nessa ocasião, ele havia chegado até Ez &lt;br /&gt;48.21. A tradução do Antigo Testamento foi completada em 1694 por Jacobus op &lt;br /&gt;den Akker, pastor holandês. Depois de passar por muitas mudanças, ela foi &lt;br /&gt;impressa na Batávia, em dois volumes: o primeiro em 1748 e o segundo, em &lt;br /&gt;1753.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10pt; font-family: Arial&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial&quot;&gt;&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;A Bíblia no Brasil, &lt;br /&gt;n. 160, 1992, p. 14&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;font face=&quot;Arial&quot; size=&quot;1&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: BOL- Bíblia on-line /SBB&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Estudo-Almeida-a-obra-de-uma-vida-b1-p11.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Contatos</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T22:29:45Z</pubDate>
		<description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;sknofel@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sammy_777@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ipmfmissoes@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ipmflouvor@yahoo.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ipmfdança@yahoo.om.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Contatos-b1-p10.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Ministério Jovem</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T22:28:31Z</pubDate>
		<description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Samara júlya knofel Silva, Abner Knofel, Douglas Maximiliano, Maria Luiza, Geovana Grécia, Natália Carollyne&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Ministerio-Jovem-b1-p9.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Ministerio de Crianças [Cordeirinhos de Cristo]</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T22:23:11Z</pubDate>
		<description>Daisy K. Silva, Ana Clara Freitas, Adrian F. Knofel, Silas Gabriel Freitas, Maria Eduarda Gomes&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Ministerio-de-Criancas-Cordeirinhos-de-Cristo-b1-p7.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Ministério de dança</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T22:17:37Z</pubDate>
		<description>Integrantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Luiza G. Freitas, Ana Clara G. Freitas, Geovana Grécia Nascimento, Abner Nathanson K. Silva,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello Silva, Douglas Maximiliano B. Viana&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Ministerio-de-danca-b1-p6.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Ministério de louvor</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T22:08:56Z</pubDate>
		<description>&lt;font color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #999999&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;INTEGRANTES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;°Vocalistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#339966&quot;&gt;Keilla &amp;amp; Wallace&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;°segunda voz:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kilty &amp;amp; Lusdete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#339966&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;° Teclado:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robson Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;° Guitarra:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wallace&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;°Contra baixo:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Osvaldo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;°Violão:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wallace, robson &amp;amp; Osvaldo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;°Bateria:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abner, Douglas &amp;amp; Wesley&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;°Coreográfia:&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;font color=&quot;#cc99ff&quot;&gt;Em datas especiais temos a maravilhosa presença de Jonh, Gleisson &amp;amp; a amada igreja Unida do União coloborando sempre, nossos agradecimentos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Ministerio-de-louvor-b1-p4.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Estudo Efésio</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T21:30:20Z</pubDate>
		<description>&lt;span class=&quot;Texto11Cinza666666&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#ff0000&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Igreja é uma comunidade com pessoas diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, também devemos ser suporte uns para os outros, porque a igreja&lt;br /&gt;é uma comunidade com pessoas diferentes. Da mesma maneira como existem&lt;br /&gt;dons e ministérios diferentes, existem pessoas diferentes dentro da&lt;br /&gt;igreja. Tal fato é simples de ser verificado até mesmo no nosso mundo&lt;br /&gt;natural. Basta observarmos uma família formada por um casal e quatro&lt;br /&gt;filhos gêmeos. Apesar dos quatro filhos possuírem o mesmo DNA, eles são&lt;br /&gt;completamente diferentes entre si, com gostos, aptidões, temperamentos&lt;br /&gt;e capacidade intelectual diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade dessa família é também a realidade da igreja: as pessoas,&lt;br /&gt;apesar de terem nascido de novo, são diferentes: umas têm maior fé,&lt;br /&gt;outras têm menor conhecimento e ainda outras têm mais tempo de&lt;br /&gt;caminhada cristã. Paulo escreve sobre isso ao mostrar que Jesus deu os&lt;br /&gt;dons e ministérios à igreja “com&lt;br /&gt;o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo&lt;br /&gt;de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do&lt;br /&gt;conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a&lt;br /&gt;medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4.12-13)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito de Deus é que haja “a unidade da fé e do conhecimento do&lt;br /&gt;Filho de Deus”. Porém, dentro da igreja isso ainda não existe. Há graus&lt;br /&gt;diferentes de fé e de conhecimento do Filho de Deus. Há pessoas que&lt;br /&gt;possuem uma compreensão mais profunda disso, e elas jamais devem&lt;br /&gt;desprezar outros cristãos. Ninguém deve ser rejeitado, menosprezado ou&lt;br /&gt;ridicularizado dentro da igreja por possuir uma compreensão mais rasa&lt;br /&gt;da fé e do conhecimento de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da mesma maneira, há dentro da igreja pessoas mais e menos maduras. Há&lt;br /&gt;cristãos com anos de caminhada cristã e outros que estão começando a&lt;br /&gt;sua carreira com Cristo. De fato, o propósito de Deus é que toda a&lt;br /&gt;igreja seja madura. Contudo, a igreja ainda está caminhando rumo a essa&lt;br /&gt;maturidade. Por isso, cada cristão deve ser suporte para o outro,&lt;br /&gt;entendendo que há diferenças entre pessoas dentro da igreja. Você não&lt;br /&gt;deve rejeitar ninguém por saber menos que você ou por não viver da&lt;br /&gt;maneira como você vive a vida cristã. Antes, você deve ser um suporte&lt;br /&gt;para o outro. A igreja está sendo edificada. Ela está em transformação.&lt;br /&gt;E à medida que cada pessoa cumprir o seu chamado dentro do corpo, a&lt;br /&gt;igreja irá caminhar para a maturidade.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Estudo-Efesio-b1-p3.htm</guid>
	</item>
	<item>
		<title>Estudo de Efésios</title>
		<category>Primeiro blog</category>
		<pubDate>2009-04-23T21:28:38Z</pubDate>
		<description>&lt;span class=&quot;Texto11Cinza666666&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Igreja é uma comunidade com dons diferentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas, por causa da natureza pecaminosa, ainda têm a tendência de&lt;br /&gt;serem desequilibradas, ou melhor, de caminhar pelos extremos. Tal&lt;br /&gt;situação também acontece dentro da igreja. O cristão costuma imaginar&lt;br /&gt;que os dons ou ministérios que possui são sempre os mais importantes –&lt;br /&gt;por exemplo, se ele tem o ministério pastoral, ele imagina que todas as&lt;br /&gt;pessoas devem possuir esse mesmo ministério. Ele conclama as pessoas a&lt;br /&gt;atuarem da maneira como ele atua e, inconscientemente, produz uma&lt;br /&gt;situação de desequilíbrio dentro da igreja. Se todos forem pastores,&lt;br /&gt;onde estarão os evangelistas, os mestres? Se todos exercerem apenas um&lt;br /&gt;único dom ou ministério, onde estará o equilíbrio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando escreve a sua carta à igreja de Éfeso, Paulo tem por objetivo&lt;br /&gt;chamar os cristãos ao equilíbrio. Ele mostra que a igreja está em&lt;br /&gt;transformação. Ela é dinâmica e, por isso, possui vários dons e&lt;br /&gt;ministérios diferentes. Na verdade, escreve Paulo: “&lt;em&gt;Quando&lt;br /&gt;ele [Cristo] subiu em triunfo às alturas, levou cativos muitos&lt;br /&gt;prisioneiros, e deu dons aos homens [...]. E ele designou alguns para&lt;br /&gt;apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para&lt;br /&gt;pastores e mestres.&lt;/em&gt;” (Efésios 4.8,11)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dons e ministérios existem porque a igreja ainda não é perfeita.&lt;br /&gt;Eles existem para que a igreja seja edificada com equilíbrio,&lt;br /&gt;desenvolvendo todos os ministérios Cada um dos dons e ministérios são&lt;br /&gt;necessários para o crescimento e saúde da igreja. Portanto, os cristãos&lt;br /&gt;devem aprender a respeitarem-se mutuamente. Dessa maneira, enquanto&lt;br /&gt;cada um desenvolve o seu ministério e dom determinado, a igreja em&lt;br /&gt;transformação caminha para a maturidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
		<guid>http://ipmf.blogdosblogs.com/Primeiro-blog-b1/Estudo-de-Efesios-b1-p2.htm</guid>
	</item>
	</channel>
</rss>